sábado, 31 de janeiro de 2026

Tarcísio e Flávio em 2026: a direita “institucional” como projeto de poder e o contraste com Lula e Haddad

 Entre mercado, ordem e lealdade: o que está em jogo no modelo de governança que disputa o Brasil e São Paulo



A pré-campanha de 2026 reorganiza o tabuleiro político brasileiro com um eixo cada vez mais nítido: de um lado, a tentativa de “institucionalizar” a energia social do bolsonarismo sob uma estética de gestão, eficiência e previsibilidade; de outro, a reafirmação do campo lulista como coalizão de políticas sociais, coordenação estatal e governança fiscal negociada, com ênfase em inclusão e estabilidade democrática. Nesse desenho, Tarcísio de Freitas se consolida como o “governador-ponte” — um operador que traduz o bolsonarismo para a gramática de mercado e para o repertório administrativo do Estado — e, simultaneamente, preserva a fidelidade simbólica ao clã Bolsonaro ao declarar apoio a Flávio Bolsonaro para a Presidência, enquanto reafirma a intenção de disputar a reeleição em São Paulo. 


No outro polo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou publicamente que pretende disputar a reeleição em 2026, ancorando o campo governista no próprio capital político do incumbente.  E, embora a especulação sobre Fernando Haddad como nome competitivo em São Paulo exista no debate político, o próprio ministro tem reiterado, segundo registros da imprensa internacional, que não pretende concorrer a cargo eletivo — o que desloca a análise para cenários comparativos e não para “chapa formada”. 


O ponto decisivo, porém, não é “quem ganha” — é qual modelo de governança está sendo normalizado como aceitável e desejável para 2026.





1. As evidências de pré-candidatura: fatos verificáveis e sinais políticos




1.1 Tarcísio e a reeleição em São Paulo



Diversos registros jornalísticos e audiovisuais recentes apontam Tarcísio reafirmando a estratégia de reeleger-se governador e afastando (ao menos por ora) o roteiro de candidatura presidencial.  Esse posicionamento faz sentido político: São Paulo é o maior colégio eleitoral do país e, como vitrine administrativa, oferece ao incumbente a chance de converter “entregas” em capital eleitoral com baixa exposição a riscos nacionais.



1.2 Flávio Bolsonaro como pré-candidato presidencial



A escolha de Flávio como nome do bolsonarismo para 2026 apareceu com força em coberturas de veículos internacionais e nacionais, com destaque para a confirmação pública de Jair Bolsonaro e a leitura política do movimento como forma de manter o comando do campo e impedir que um “herdeiro técnico” se torne alternativa autônoma. 



1.3 Pesquisas e mercado: quando “viabilidade” vira sinal de poder



Pesquisas amplamente repercutidas no início de 2026 (AtlasIntel/Bloomberg) indicaram Lula à frente em cenários testados, com Flávio e Tarcísio competitivos em simulações específicas — dado relevante não por “prever o futuro”, mas por medir o tamanho do eleitorado disponível e a capacidade de cada campo de converter identidade política em coalizão. 





2. O “modelo Tarcísio” em São Paulo: mercado, concessões e governança por performance



Se Tarcísio pudesse ser resumido em uma lógica de governo, ela seria a da administração por performance, com um Estado que promete resultados rápidos por meio de concessões, privatizações, PPPs e segurança jurídica para capital privado. Isso não é “neutro”: é uma filosofia de gestão pública.



2.1 Privatização/mercado como eixo estruturante: o caso Sabesp



A privatização da Sabesp tornou-se símbolo máximo desse paradigma. A operação envolveu oferta bilionária e reconfiguração do controle estatal, com grande repercussão econômica e política. 

Do ponto de vista narrativo, a mensagem é clara: o Estado “produz valor” quando vende ativos e contrata o mercado como operador central. Do ponto de vista social, a disputa passa a ser: quais são as garantias concretas de universalização, tarifa, qualidade e accountability quando a lógica do investidor se torna dominante?



2.2 A retórica do “ambiente pró-negócios”



O governo paulista divulgou balanços enfatizando atração de investimentos e expansão de parcerias, reforçando a imagem de um Estado “amigável ao capital” como motor de crescimento e emprego. 

Esse tipo de mensagem é politicamente poderoso porque transforma decisões de governo em “senso comum”: quem seria contra investimento, emprego e modernização? A pergunta incômoda é outra: quais interesses ficam protegidos quando a régua principal do governo passa a ser a confiança do mercado?



2.3 Ordem pública como política estruturante: a letalidade policial como indicador



A governança por ordem não é apenas discurso. Dados e reportagens recentes registraram crescimento de mortes em intervenções policiais em São Paulo ao longo de 2025, tema central para avaliar o equilíbrio entre eficiência operacional, direitos e legitimidade democrática. 

O debate aqui não é moralista, nem simplista. É institucional: um Estado forte é o Estado que controla o uso da força, ou o que a expande? Em democracias liberais, o monopólio legítimo da força exige controle, transparência e responsabilização.



2.4 Educação e “moral de Estado”: o Programa Escola Cívico-Militar



Na educação, o governo paulista consolidou o Programa Escola Cívico-Militar por meio de lei complementar, convertendo em política pública uma visão de disciplina e ordem como resposta a problemas educacionais complexos. 

Esse é um típico traço de governança contemporânea: diante de crises reais (violência escolar, evasão, baixa aprendizagem), escolhe-se uma solução de forte apelo simbólico — “autoridade”, “hierarquia”, “controle” — que mobiliza base e produz identidade política.





3. Flávio e o “modelo bolsonarista” em versão presidencial: lealdade, identidade e guerra cultural



Flávio Bolsonaro representa menos um programa técnico e mais um princípio de continuidade: manter o bolsonarismo como movimento político com comando familiar, disciplina interna e narrativa de “nós contra eles”. A confirmação pública de sua pré-candidatura como escolha do pai reforça esse vetor: não se trata apenas de competir, mas de preservar a marca. 


Do ponto de vista socioeconômico, o bolsonarismo tende a operar em três camadas:


  1. Economia pró-mercado com linguagem anti-elite: defesa de desregulação e privatização combinada com discurso moralista contra “sistema”.
  2. Ordem e punição como atalho de governança: segurança pública como vitrine de autoridade.
  3. Polarização como tecnologia política: engajamento por conflito permanente (mídia, redes, “inimigos internos”).



Quando associado a um gestor como Tarcísio, esse modelo ganha “tinta institucional”: deixa de parecer improviso e passa a parecer projeto.





4. O campo Lula (e o debate sobre Haddad): coordenação estatal, coalizão social e regra fiscal negociada




4.1 Lula como candidato: o peso do incumbente e da estabilidade



Lula confirmou intenção de disputar a reeleição em 2026, com declaração pública amplamente repercutida. 

A lógica do lulismo, historicamente, parte da premissa de que Estado e política social são instrumentos centrais de coesão, estabilidade e legitimidade — inclusive para sustentar crescimento.



4.2 Haddad: entre “nome natural” do debate e negativa pública de candidatura



Na arena política, Haddad é frequentemente citado como quadro competitivo; porém, em registros recentes, ele reafirmou não pretender concorrer a cargo eletivo em 2026, indicando mais disposição para atuar na formulação e sustentação do programa lulista do que em disputa eleitoral direta. 

Isso importa porque impede o debate de virar “futuro certo” e força uma análise mais séria: comparar modelos, não “apostar em nomes”.



4.3 O arcabouço fiscal: austeridade pura ou governança fiscal com banda?



O Novo Arcabouço Fiscal é peça central do governo federal por reorganizar limites e incentivos do gasto público, com regras de crescimento real da despesa e metas de resultado primário definidas na LDO. 

O conflito político aqui é clássico:


  • Para a direita pró-mercado, a credibilidade fiscal deve vir primeiro (e o social cabe “no que der”).
  • Para o lulismo, credibilidade fiscal precisa coexistir com capacidade de investimento e políticas sociais.




4.4 Tributação de alta renda e offshores: sinal para a base social e para o mercado



A tributação de offshores e fundos exclusivos foi defendida como mecanismo de justiça fiscal e ampliação de base de arrecadação, com lastro legal e tramitação institucional. 

Politicamente, isso comunica que o Estado busca financiar políticas sem transferir todo o custo para consumo e trabalho — embora a disputa sobre eficiência, evasão, impacto e confiança permaneça.





5. Comparação direta: quatro dimensões para entender “modelos de governança”



A comparação produtiva não é “direita boa x esquerda ruim” ou o inverso. É perguntar: qual é a arquitetura do poder e da economia que cada campo tenta consolidar?



5.1 Estado e mercado



  • Tarcísio/bolsonarismo institucionalizado: Estado como plataforma de concessões/PPPs, com governança orientada à confiança do investidor e à performance gerencial. Exemplo simbólico: Sabesp.  
  • Lula/lulismo: Estado como coordenador de coalizões sociais e políticas públicas, com regra fiscal negociada e tentativa de conciliar investimento, inclusão e estabilidade.  



Wendy Brown descreve como o neoliberalismo não é só “economia”, mas uma racionalidade que reconfigura democracia e cidadania, transformando o sujeito político em “capital humano” e a decisão pública em cálculo. (BROWN, 2015). Dardot e Laval apontam o neoliberalismo como “razão do mundo”, isto é, uma forma de governo que coloniza instituições e subjetividades. (DARDOT; LAVAL, 2016).



5.2 Ordem pública, violência e legitimidade



  • Tarcísio tende a capitalizar a política de segurança como ativo político, com discurso de ordem e proximidade com forças policiais — mas os indicadores de letalidade tensionam a legitimidade e colocam o tema no centro da governança democrática.  
  • Lula tende a operar com coalizões federativas e retórica de direitos, ainda que na prática enfrente pressões por resultados e crises de violência que desafiam qualquer governo.



Aqui, o risco estrutural é o que Levitsky e Ziblatt chamam de erosão democrática por dentro: instituições continuam “de pé”, mas normas de contenção, tolerância e respeito a limites vão se desgastando. (LEVITSKY; ZIBLATT, 2018). Mounk alerta para democracias em que eleições persistem, mas a adesão social ao pluralismo e às garantias liberais enfraquece. (MOUNK, 2018).



5.3 Educação e cultura política



  • Escola cívico-militar em São Paulo expressa uma visão de disciplina e autoridade como resposta preferencial, convertida em lei e política pública.  
  • No campo lulista, a ênfase histórica recai sobre expansão de acesso, políticas de permanência, e programas sociais como infraestrutura da cidadania — com disputas permanentes sobre eficiência e resultados.




5.4 A “engenharia” da direita institucional: o papel de Tarcísio como ponte



O elemento mais relevante do ciclo 2026 talvez seja este: Tarcísio ajuda a direita a parecer “normal” e governável, e isso altera a disputa. O bolsonarismo “puro” mobiliza base; o bolsonarismo com gestor oferece aceitabilidade institucional.


Ao apoiar Flávio e manter-se em São Paulo, Tarcísio comunica que não pretende romper com o comando simbólico do clã, mas quer manter o papel de administrador que garante governabilidade, mercado e ordem. 





6. São Paulo como laboratório nacional: por que a disputa estadual importa tanto?



São Paulo não é apenas um estado: é laboratório de políticas, vitrine de “capacidade de entrega” e plataforma de poder econômico. A eleição de 2022, em que Tarcísio venceu Haddad no segundo turno, mostrou como o estado pode ser eixo decisivo de reorganização partidária e ideológica. 


Se Tarcísio vence 2026 com narrativa de eficiência + ordem + mercado, a direita ganha o argumento de que seu modelo “funciona” e pode ser exportado. Se o campo lulista mantém força nacional (com Lula) e consegue competir em São Paulo com agenda de inclusão + investimento + estabilidade, reafirma-se a lógica de coalizão social.





Conclusão: a pergunta central para 2026 não é “quem”, é “como”



O ciclo 2026 se organiza em torno de uma questão que deveria guiar o debate público: qual é o modelo de governança que se quer normalizar no Brasil?


A dupla Tarcísio–Flávio representa a tentativa de consolidar um arranjo de direita que combina mercado como eixo, ordem como linguagem e lealdade identitária como disciplina política. Em termos práticos, isso tende a ampliar concessões e privatizações, endurecer políticas de segurança, e manter a polarização como tecnologia de mobilização — com uma diferença crucial: o componente Tarcísio busca reduzir o “custo reputacional” institucional do bolsonarismo, tornando-o mais palatável para elites econômicas e setores moderados.


O campo Lula representa uma aposta na coordenação estatal, no compromisso com políticas sociais e na sustentação institucional da democracia, ao custo de administrar coalizões heterogêneas e o permanente conflito entre responsabilidade fiscal e demandas sociais — tema que ganha forma no Novo Arcabouço Fiscal e em medidas de justiça tributária como a regulação de offshores e fundos exclusivos. 


No fundo, 2026 testa se o país seguirá a trilha de uma democracia cada vez mais “gerida” por performance e mercado — com risco de naturalizar a força e a disciplina como solução geral — ou se reafirmará uma democracia de coalizão social e política, com Estado coordenador, inclusão e disputa pública por direitos. Democracias não morrem apenas com tanques; elas também se degradam quando a sociedade passa a aceitar que governar é apenas “entregar números”, e não responder, sob controle público, pelo destino coletivo. (LEVITSKY; ZIBLATT, 2018; MOUNK, 2018; BROWN, 2015).





Referências (ABNT NBR 6023:2018)



AGÊNCIA BRASIL. Brasil e Indonésia firmam acordos; Lula confirma candidatura em 2026. Brasília, 23 out. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-10/brasil-e-indonesia-firmam-acordos-lula-confirma-candidatura-em-2026. Acesso em: 30 jan. 2026.


AGÊNCIA BRASIL. Projeto aprovado de offshores pode elevar arrecadação, diz Haddad. Brasília, 26 out. 2023. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-10/projeto-aprovado-de-offshores-pode-elevar-arrecadacao-diz-haddad. Acesso em: 30 jan. 2026.


AP NEWS. Bolsonaro’s eldest son says he’ll run for Brazil presidency in 2026. [S.l.], 2025. Disponível em: https://apnews.com/article/4e2023374e4f4c186477562d6e6d6bfc. Acesso em: 30 jan. 2026.


ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Lei Complementar n. 1.398, de 28 de maio de 2024. Institui o Programa Escola Cívico-Militar no Estado de São Paulo. São Paulo, 28 maio 2024. Disponível em: https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei.complementar/2024/lei.complementar-1398-28.05.2024.html. Acesso em: 30 jan. 2026.


BROWN, Wendy. Undoing the Demos: Neoliberalism’s Stealth Revolution. New York: Zone Books, 2015.


CÂMARA DOS DEPUTADOS. Novo Arcabouço Fiscal. Brasília, 2023. Disponível em: https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/novo-arcabouco-fiscal/index.html. Acesso em: 30 jan. 2026.


CNN BRASIL. Lula venceria Flávio, Tarcísio ou Michelle no 2º turno por 4 pontos, diz AtlasIntel/Bloomberg. São Paulo, 21 jan. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/iuri-pitta/eleicoes/atlas-lula-venceria-flavio-tarcisio-ou-michelle-no-2o-turno-por-4-pontos/. Acesso em: 30 jan. 2026.


CNN BRASIL. Letalidade policial em SP: mortes por PMs em serviço cresceram em 2025. São Paulo, 9 jan. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/letalidade-policial-em-sp-mortes-por-pms-em-servico-cresceram-em-2025/. Acesso em: 30 jan. 2026.


CNN BRASIL. Estado de SP levanta R$ 14,77 bi com venda de ações da Sabesp. São Paulo, 24 jul. 2024. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/estado-de-sp-levanta-r1477-bi-com-venda-de-acoes-da-sabesp/. Acesso em: 30 jan. 2026.


DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Boitempo, 2016.


EXAME. Tarcísio de Freitas é eleito governador com 55,27% dos votos; Haddad tem 44,73%. São Paulo, 30 out. 2022. Disponível em: https://exame.com/brasil/eleicoes-2022-tarcisio-eleito-governador-de-sp/. Acesso em: 30 jan. 2026.


GOVERNO FEDERAL (BRASIL). Ministério da Fazenda. Confira o Perguntas e Respostas sobre o Novo Arcabouço Fiscal. Brasília, 18 abr. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril/confira-o-perguntas-e-respostas-sobre-o-novo-arcabouco-fiscal. Acesso em: 30 jan. 2026.


LEVITSKY, Steven; ZIBLATT, Daniel. Como as democracias morrem. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.


MOUNK, Yascha. O povo contra a democracia. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.


PLANALTO. Lei n. 14.754, de 12 de dezembro de 2023. Dispõe sobre a tributação de aplicações em fundos de investimento no País e da renda auferida por pessoas físicas residentes no País. Brasília, 12 dez. 2023. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14754.htm. Acesso em: 30 jan. 2026.


REUTERS. Jair Bolsonaro backs son’s Brazil presidential bid, undergoes hernia surgery. [S.l.], 25 dez. 2025. Disponível em: https://www.reuters.com/world/americas/brazils-bolsonaro-endorses-son-presidency-before-more-surgery-2025-12-25/. Acesso em: 30 jan. 2026.


REUTERS. Bolsonaro’s eldest son says he’ll run for Brazil presidency in 2026. [S.l.], 2025. Disponível em: https://apnews.com/article/4e2023374e4f4c186477562d6e6d6bfc. Acesso em: 30 jan. 2026.


REUTERS. Brazil’s Haddad reaffirms he will not run for public office next year. [S.l.], 18 dez. 2025. Disponível em: https://www.reuters.com/world/americas/brazils-haddad-reaffirms-he-will-not-run-public-office-next-year-2025-12-18/. Acesso em: 30 jan. 2026.


REUTERS. Brazil’s Finance Minister Haddad signals possible exit in O Globo interview. [S.l.], 11 dez. 2025. Disponível em: https://www.reuters.com/world/americas/brazils-finance-minister-haddad-signals-possible-exit-o-globo-interview-2025-12-11/. Acesso em: 30 jan. 2026.


REUTERS. Brazil’s Lula says he will seek re-election in 2026. [S.l.], 23 out. 2025. Disponível em: https://www.reuters.com/world/americas/brazils-lula-says-he-will-seek-re-election-2026-2025-10-23/. Acesso em: 30 jan. 2026.


SENADO FEDERAL. Novo arcabouço fiscal entra em vigência no Brasil. Brasília, 31 ago. 2023. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/08/31/novo-arcabouco-fiscal-entra-em-vigencia-no-brasil. Acesso em: 30 jan. 2026.


TSE. Tarcísio de Freitas (Republicanos) vence disputa pelo governo de São Paulo. Brasília, 30 out. 2022. Disponível em: https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2022/Outubro/tarcisio-de-freitas-republicanos-vence-disputa-pelo-governo-de-sao-paulo. Acesso em: 30 jan. 2026.


VEJA. Equatorial oferece R$ 6,9 bi por 15% da Sabesp em processo de privatização. São Paulo, 28 jun. 2024. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/equatorial-oferece-r-69-bi-por-15-da-sabesp-em-processo-de-privatizacao/. Acesso em: 30 jan. 2026.


Nenhum comentário:

Postar um comentário