quinta-feira, 16 de abril de 2026

O empobrecimento subjetivo e a racionalidade neoliberal

 Como a lógica da mercadoria empobrece a linguagem, corrói a empatia e fragiliza a democracia no Brasil contemporâneo


Índice

  1. Lide
  2. Introdução: quando a linguagem perde densidade, a democracia perde chão
  3. O que Casara chama de empobrecimento subjetivo
  4. A racionalidade neoliberal como forma de ver, sentir e julgar o mundo
  5. Da complexidade ao slogan: a simplificação como técnica de poder
  6. Desinformação, plataformas e mercantilização da atenção
  7. Polarização, desconfiança e erosão democrática
  8. Precarização, informalidade e a fabricação do “empresário de si”
  9. O caso brasileiro para além do bolsonarismo
  10. Conclusão
  11. Referências


Lide

O empobrecimento subjetivo não é apenas uma metáfora crítica para descrever tempos de brutalização política. Trata-se de uma chave interpretativa poderosa para compreender por que parcelas significativas da sociedade passam a aceitar discursos de ódio, notícias fraudulentas, soluções autoritárias e formas cada vez mais rasas de interpretação da realidade. Na leitura de Rubens Casara, esse processo nasce do empobrecimento da linguagem e da expansão de uma racionalidade neoliberal que reduz pessoas, relações e instituições à lógica da mercadoria, da concorrência e do desempenho. Hoje, essa hipótese encontra respaldo em dados recentes sobre desinformação, polarização, crise de confiança institucional, informalidade do trabalho e centralidade das plataformas digitais na mediação do debate público.     


1. Introdução: quando a linguagem perde densidade, a democracia perde chão


Há épocas em que a crise política se anuncia por grandes rupturas institucionais. Em outras, ela se instala de maneira mais silenciosa, infiltrando-se no cotidiano, na linguagem, na forma como as pessoas interpretam fatos, nomeiam adversários e reagem à diferença. O Brasil vive, há alguns anos, esse segundo tipo de processo. Não se trata apenas de uma disputa entre partidos, lideranças ou projetos de governo. O que está em curso é algo mais profundo: uma mutação da sensibilidade social, da capacidade interpretativa e do horizonte democrático.


É justamente nesse ponto que a reflexão de Casara se revela especialmente fecunda. Ao associar discursos de ódio, dificuldade de interpretação, desaparecimento da metáfora, adesão a fake news e desprezo pelos valores democráticos ao empobrecimento subjetivo, o autor desloca o debate do puro factual para o plano estrutural. A questão deixa de ser apenas “quem espalha a mentira” e passa a ser também “que tipo de sociedade produz sujeitos vulneráveis à mentira simplificadora”. 


A atualidade do tema é evidente. Pesquisa do DataSenado divulgada em 2024 mostrou que 72% dos brasileiros disseram ter recebido notícias falsas nos seis meses anteriores ao levantamento; 81% avaliaram que fake news podem influenciar muito o resultado das eleições; e metade afirmou ter dificuldade para identificar se uma notícia é verdadeira na internet. Esses números não descrevem apenas um problema técnico de checagem. Eles revelam uma crise cognitiva e política do espaço público. 


2. O que Casara chama de empobrecimento subjetivo


No capítulo dedicado ao tema, Casara sustenta que o empobrecimento subjetivo se dá na linguagem. Não é um detalhe. A linguagem não apenas expressa o pensamento; ela o organiza, o antecipa e delimita suas possibilidades. Quando a linguagem empobrece, também empobrecem os sentidos possíveis, a abertura à alteridade, a percepção das nuances e a capacidade de sustentar reflexão crítica. Nesse cenário, o mundo passa a ser lido por categorias rígidas, fórmulas rápidas e certezas agressivas. 


Essa hipótese é densa porque desloca o debate de uma visão moralista. O problema não é simplesmente que “as pessoas ficaram más” ou “mais intolerantes”. O problema é que se forma um ambiente em que a complexidade se torna inconveniente. A ironia vira ruído. A metáfora perde eficácia. A dúvida passa a parecer fraqueza. O pensamento crítico, por sua vez, começa a ser percebido como ameaça. No lugar da interpretação, entra o reflexo; no lugar da mediação, entra o slogan; no lugar do dissenso civilizado, entra a hostilidade.


Casara ainda avança ao afirmar que a linguagem empobrecida se torna estruturalmente violenta porque se fecha à alteridade. Esse ponto é decisivo. Quando a linguagem já não acolhe nuances nem ambiguidades, o outro deixa de ser alguém a ser compreendido e passa a ser um obstáculo, um concorrente ou um inimigo. O texto é especialmente forte quando associa essa simplificação à chamada “lógica do gado”, isto é, a uma dinâmica de repetição entre iguais, na qual o pensamento divergente precisa ser silenciado ou destruído para que a cadeia de confirmações não seja interrompida. 


3. A racionalidade neoliberal como forma de ver, sentir e julgar o mundo


Casara não trata o neoliberalismo apenas como política econômica. Seu argumento é mais ambicioso e mais sofisticado: trata-se de uma racionalidade, isto é, de uma forma de perceber o mundo e de agir nele. Nessa racionalidade, tudo e todos passam a ser tratados como mercadorias, objetos negociáveis ou descartáveis. O modelo da empresa é projetado sobre a vida social inteira, e a concorrência se torna princípio organizador das relações. O outro já não é prioritariamente um semelhante; é um rival, um custo ou uma ameaça ao desempenho. 


Essa formulação conversa diretamente com a tradição teórica de Pierre Dardot e Christian Laval, que definem o neoliberalismo como uma nova razão do mundo, e não apenas como um receituário de mercado. A força dessa leitura está em mostrar que o neoliberalismo não governa somente orçamentos, reformas fiscais ou privatizações; ele governa comportamentos, afetos, expectativas e critérios de valor. Em termos simples: ele não apenas reorganiza a economia; ele educa o sujeito. 


Nesse processo, a compaixão passa a soar como fraqueza, o limite democrático vira obstáculo, e a empatia perde prestígio social. Casara observa que a promessa neoliberal é a de ilimitação: ausência de freios à satisfação pessoal, ao lucro e à circulação do capital. Daí decorre algo extremamente importante para o argumento do artigo: a erosão da sensibilidade diante da dor alheia não é acidente periférico, mas efeito coerente de uma racionalidade que valoriza performance e utilidade acima de vínculos, deveres públicos e responsabilidade coletiva. 


A OCDE, em documento recente sobre desinformação e integridade da informação, reforça esse diagnóstico ao afirmar que a disseminação de conteúdos falsos e enganosos ameaça elementos fundacionais da vida democrática, mina a confiança em instituições e eleições, alimenta divisões sociais e compromete a tomada de decisão informada. Em outras palavras, a crise da linguagem e da verdade pública não é apenas cultural; ela tem efeitos institucionais concretos. 


4. Da complexidade ao slogan: a simplificação como técnica de poder


Uma das partes mais perspicazes da análise de Casara é a crítica à simplificação. A racionalidade neoliberal, em sua leitura, precisa de um mundo plano, transparente, rápido e operacional. Tudo o que exige mediação, contexto, historicidade ou ambivalência se torna problema. A simplificação, então, não aparece como pobreza acidental do debate público, mas como tecnologia de governo. Quanto menos nuances, mais fácil administrar pela reação, pela propaganda e pelo medo.


Essa lógica ajuda a explicar por que slogans violentos e fórmulas binárias prosperam tanto em ambientes politicamente degradados. Expressões de efeito substituem análise; frases de choque fazem o lugar da argumentação; e preconceitos socialmente sedimentados se convertem em atalhos cognitivos. Quando isso ocorre, não apenas a verdade perde espaço: perde espaço também a própria ideia de que o real é complexo e exige elaboração. A simplificação, nesse contexto, não elimina apenas o erro; ela elimina o trabalho de pensar.


Casara vai além ao dizer que a fake news é compatível com essa simplicidade neoliberal porque confirma preconceitos já existentes e oferece uma “verdade” fácil de consumir. Trata-se de um ponto crucial. A mentira viral nem sempre prospera porque é crível no sentido racional; muitas vezes, ela prospera porque é útil afetivamente, porque encaixa o mundo numa moldura familiar, porque absolve o sujeito do esforço hermenêutico e oferece uma sensação imediata de certeza. 


A própria OCDE observou, em sua agenda recente de integridade da informação, que a habilidade percebida pelas pessoas para identificar conteúdo falso não corresponde necessariamente à habilidade real, o que reforça a necessidade de alfabetização midiática e de políticas públicas voltadas à robustez do espaço informacional. O problema, portanto, não está apenas no conteúdo enganoso, mas também na autoconfiança cognitiva de sujeitos pouco preparados para lê-lo criticamente. 


5. Desinformação, plataformas e mercantilização da atenção


Se a leitura de Casara é teórica, os dados atuais ajudam a mostrar a materialidade contemporânea do problema. Em abril de 2026, o CGI.br divulgou resultados do Painel TIC 2025 sobre integridade da informação e mostrou que as plataformas digitais se consolidaram como principal meio de acesso à informação entre usuários brasileiros de internet com 16 anos ou mais, superando rádio e televisão. A pesquisa também indicou que 64% concordam que influenciadores se envolvem em polêmicas para ganhar visibilidade e que 61% reconhecem que plataformas ditas gratuitas operam a partir de publicidade. 


Esses dados são extremamente relevantes para o debate sobre racionalidade neoliberal. Eles mostram que a informação circula hoje em um ambiente regido por métricas de atenção, engajamento e monetização. A notícia deixa de ser somente notícia; ela passa a competir como mercadoria em um mercado saturado por estímulos. Nesse ecossistema, o que premia visibilidade nem sempre coincide com o que favorece verdade, nuance ou responsabilidade pública. Ao contrário: muitas vezes, a arquitetura da plataforma recompensa velocidade, choque, simplificação e polarização. 


Essa transformação ajuda a compreender por que o empobrecimento subjetivo não pode ser lido apenas como decadência escolar ou falha moral individual. Ele é também produzido por ambientes sociotécnicos que condicionam percepção, atenção e linguagem. Quando o espaço público migra para sistemas desenhados para capturar tempo, maximizar cliques e converter conflito em receita, a subjetividade tende a se adaptar à lógica da mercadoria. A atenção é fatiada, a reflexão é abreviada e a indignação vira combustível algorítmico.


O estudo da OCDE sobre “fatos, não falsificações” reforça esse quadro ao afirmar que a proliferação acelerada de desinformação cria confusão, compromete o debate público informado e ameaça a integridade dos ambientes democráticos. O ponto central, aqui, é que a crise informacional não pode ser entendida isoladamente da economia política das plataformas. O conteúdo falso não flutua no vazio; ele é potencializado por estruturas que transformam atenção em valor econômico. 


6. Polarização, desconfiança e erosão democrática


O empobrecimento subjetivo não termina na linguagem: ele transborda para a institucionalidade. Quando a sociedade perde capacidade de conviver com a complexidade, também perde capacidade de sustentar mediações democráticas. O adversário deixa de ser adversário e vira inimigo; a instituição deixa de ser imperfeita e passa a ser vista como farsa absoluta; a política deixa de ser disputa pública e se converte em guerra moral.


O estudo de Anita Breuer, publicado pelo IDOS em 2025 sobre a erosão democrática brasileira, é muito contundente nesse ponto. Segundo a autora, a “poluição informacional” alimentou polarização afetiva, desconfiança, hostilidade e violência, comprometendo respeito a contra-argumentos, integridade eleitoral, freios e contrapesos institucionais, accountability pública e até o próprio apoio à democracia. O texto ainda ressalta vulnerabilidades brasileiras como baixa alfabetização digital, padrões concentrados de consumo de mídia e clivagens sociais profundas. 


O V-Dem também tem insistido na relação entre desinformação, polarização e autocratização. O relatório de 2025 afirma explicitamente que o aumento da disseminação de desinformação anda junto com a polarização e com processos de regressão democrática ao longo do tempo. No caso brasileiro, o documento menciona que o enfrentamento direcionado da desinformação eleitoral foi fator importante na inflexão democrática recente. Esse ponto merece destaque porque mostra que a degradação da democracia não depende apenas de quartéis, golpes clássicos ou supressão aberta de eleições; ela pode avançar também pela corrosão cotidiana da confiança pública e das condições cognitivas do debate. 


O DataSenado, por sua vez, revelou um país intensamente exposto a esse problema. Quando metade dos entrevistados afirma ter dificuldade para distinguir notícia verdadeira de falsa, não se trata apenas de uma fragilidade individual. Trata-se de uma condição social de vulnerabilidade cognitiva que enfraquece a cidadania informada e amplia o espaço para manipulação política. 


7. Precarização, informalidade e a fabricação do “empresário de si”


Um erro frequente em discussões sobre subjetividade é separá-la da vida material. Como se o empobrecimento subjetivo fosse fenômeno apenas simbólico, desligado do trabalho, da renda e da insegurança social. Essa separação é enganosa. A racionalidade neoliberal molda a subjetividade justamente porque se infiltra nas formas concretas de sobrevivência.


Dados recentes do IBGE ajudam a sustentar esse elo. No trimestre encerrado em dezembro de 2025, a taxa de informalidade foi de 37,6% da população ocupada, e o número de trabalhadores por conta própria chegou a 26,1 milhões, recorde da série histórica naquele momento. Em março de 2026, o IBGE voltou a registrar 26,1 milhões de pessoas nessa condição e lembrou que a informalidade no trimestre correspondente do ano anterior havia sido de 38,1%. Esses números não autorizam leitura simplista sobre “colapso do mercado de trabalho”, mas mostram a permanência de um padrão estrutural de inserção laboral marcado por instabilidade, auto-responsabilização e fragilidade de proteção. 


Por que isso importa para o tema do artigo? Porque uma sociedade fortemente marcada pela informalidade e pelo autoempreendedorismo defensivo tende a naturalizar a gramática do risco individual. Cada um passa a viver como gestor solitário da própria sobrevivência. O fracasso se psicologiza; a desigualdade se moraliza; a política social vira suspeita; e o ideal do “empresário de si” se dissemina mesmo entre os mais vulneráveis. A concorrência deixa de ser apenas regra econômica e vira ética difusa da vida cotidiana.


Essa leitura encontra eco nas análises de Casara, quando ele sustenta que a racionalidade neoliberal substitui o sujeito crítico pelo consumidor acrítico e dissolve a responsabilidade ética em cálculos de interesse. O sujeito precarizado, pressionado a performar continuamente em ambiente inseguro, torna-se particularmente receptivo a narrativas que prometem ordem, punição dos “inimigos” e recompensas para os “merecedores”. 


O problema se agrava em um país profundamente desigual. Documento do Banco Mundial de 2025 projeta índice de Gini de 50,2 para o Brasil, observando que a desigualdade permanece alta e mantém o país entre os mais desiguais do mundo. Em um terreno assim, a ideologia meritocrática cumpre função poderosa: ela encobre estruturas históricas, transforma privilégio em mérito e sofrimento social em fracasso individual. 


8. O caso brasileiro para além do bolsonarismo


O bolsonarismo foi, sem dúvida, uma expressão aguda desse ambiente de empobrecimento subjetivo. Casara o afirma de forma direta ao concluir que o fenômeno Bolsonaro não seria possível sem esse processo. A formulação é forte e, em grande medida, correta. Mas ela fica ainda mais analiticamente potente quando compreendida de modo ampliado: o bolsonarismo não criou sozinho essa atmosfera; ele a explorou, organizou e radicalizou. 


Essa distinção é importante para evitar uma leitura excessivamente personalista. O problema brasileiro não pode ser reduzido a uma liderança, a uma família política ou a uma eleição específica. O que permitiu a emergência e a adesão a discursos autoritários foi um ambiente social já tensionado por desigualdade histórica, tradição autoritária, ecossistemas de desinformação, crise de representação, financeirização da vida, desmoralização da política e difusão da racionalidade concorrencial. Casara aponta esse horizonte mais amplo quando relaciona empobrecimento subjetivo, racionalidade neoliberal, esvaziamento democrático e naturalização das opressões.


Essa leitura também ajuda a pensar o presente. Seria intelectualmente confortável imaginar que a derrota eleitoral de um projeto autoritário basta para restaurar o tecido democrático. Não basta. As condições subjetivas e estruturais que alimentam autoritarismos continuam em disputa. Plataformas seguem centralizando a circulação informacional; a desinformação segue operando como arma política; a desigualdade segue alta; a informalidade segue massiva; e a confiança pública continua vulnerável. 


Por isso, a crítica ao empobrecimento subjetivo não é nostalgia de um passado idealizado nem lamento abstrato contra “a internet” ou “os novos tempos”. Trata-se de uma crítica à forma histórica pela qual o neoliberalismo reordena linguagem, afetos, trabalho e política. O alvo central não é a modernização tecnológica em si, mas sua subordinação à lógica da mercadoria e do controle.


9. Conclusão


O tema do empobrecimento subjetivo e da racionalidade neoliberal exige ser tratado com a seriedade que se reserva às grandes mutações históricas. Não se está diante de simples grosseria verbal, de polarização passageira ou de um excesso episódico de radicalização política. O que se observa é uma reorganização profunda da experiência social, na qual a linguagem se torna mais pobre, a empatia mais frágil, a verdade mais vulnerável, a política mais agressiva e a democracia mais exposta.


Casara oferece uma chave teórica decisiva ao mostrar que esse processo nasce na linguagem e se articula a uma racionalidade que converte tudo em mercadoria. A pesquisa atual confirma que esse diagnóstico não envelheceu. Ao contrário, ele ganhou nova consistência diante do avanço das plataformas digitais como principal meio de informação, da persistência da desinformação, da ligação entre poluição informacional e erosão democrática, da permanência de padrões elevados de informalidade laboral e da continuidade de desigualdades extremas no Brasil.  


A tese central que emerge desse conjunto é clara: o empobrecimento subjetivo é a forma psíquica, linguística e política da racionalidade neoliberal. É por meio dele que a complexidade é substituída pelo reflexo, o dissenso pelo ódio, a cidadania pela performance, a verdade pela viralização e a democracia pela mera casca formal. Enfrentar esse quadro exige muito mais do que punir fake news isoladas. Exige reconstruir condições sociais, educacionais, comunicacionais e políticas para que a vida pública volte a ser espaço de interpretação, conflito civilizado, mediação institucional e densidade humana.


Referências


BREUER, Anita. From polarisation to autocratisation: the role of information pollution in Brazil’s democratic erosion. Bonn: German Institute of Development and Sustainability, 2025. Discussion Paper 2/2025. 


CASARA, Rubens R. R. Bolsonaro: o mito e o sintoma. São Paulo: Contracorrente, 2020. 


CGI.br. Plataformas da Internet são o principal meio de acesso à informação entre brasileiros e superam rádio e TV, aponta nova pesquisa. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2026. 


DATASENADO. Pesquisa revela o que pensa o brasileiro sobre fake news. Brasília: Senado Federal, 2024. 


IBGE. PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 5,1% e taxa de subutilização é de 13,4% no trimestre encerrado em dezembro. Rio de Janeiro: IBGE, 2026. 


IBGE. PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 5,8% e taxa de subutilização é de 14,1% no trimestre encerrado em fevereiro. Rio de Janeiro: IBGE, 2026. 


OCDE. Facts not fakes: tackling disinformation, strengthening information integrity. Paris: OECD, 2024. 


OCDE. Disinformation and misinformation. Paris: OECD, 2025. 


V-DEM INSTITUTE. Relatório da Democracia 2025: 25 anos de autocratização – foi a democracia derrotada? Gotemburgo: V-Dem Institute, 2025. 


WORLD BANK. Brazil – October 2025 economic update. Washington, D.C.: World Bank, 2025. 



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