Durante muito tempo, a ideia de “nova ordem mundial” soou como exagero retórico, expressão de analistas ansiosos por anunciar rupturas históricas antes do tempo. Em março de 2026, essa cautela já não basta. O que está em curso não é uma simples sucessão de crises, mas a sobreposição de choques estruturais que alteram, ao mesmo tempo, a economia, a tecnologia, a política, a energia, o trabalho, a logística e a própria imaginação do futuro. O mundo que emergiu depois da Covid-19 não voltou ao ponto de partida. Pelo contrário: entrou numa fase de rearranjo acelerado, em que velhas certezas perderam validade e novos centros de poder disputam espaço em meio à instabilidade.
A pandemia desorganizou cadeias produtivas, corroeu a confiança nas promessas lineares da globalização e expôs a fragilidade dos sistemas de saúde e dos Estados. A inteligência artificial, por sua vez, abriu uma nova corrida por produtividade, poder computacional, energia, dados e controle cognitivo. Ao mesmo tempo, a guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã empurrou novamente o petróleo para o centro da geopolítica, mostrando que a transição energética ainda convive com a dependência estrutural dos combustíveis fósseis. E a Europa, frequentemente descrita como o “velho mundo”, enfrenta uma combinação particularmente delicada: envelhecimento populacional, perda relativa de competitividade, custos energéticos altos e dificuldade para reposicionar seu projeto histórico num sistema internacional cada vez mais duro.
O novo mundo não nasce de um único evento. Ele surge do cruzamento entre trauma sanitário, revolução tecnológica, militarização das rotas energéticas, fragmentação comercial, endividamento recorde, crise climática e deslocamento do eixo de crescimento para fora do Atlântico Norte. O resultado é uma época menos universalista, menos previsível e mais competitiva. Uma época em que o planeta não está exatamente “entrando no futuro”, mas sendo empurrado para um tipo novo de modernidade: mais digital, mais vigiada, mais desigual, mais armada e mais disputada.
1. O mundo pós-Covid-19: a crise que não terminou
A Covid-19 foi tratada por muitos governos como uma interrupção passageira, um parêntese sanitário que seria fechado com a reabertura das economias. Essa leitura foi superficial. A pandemia deixou marcas duradouras sobre os sistemas de saúde, sobre a percepção social do risco e sobre a organização do trabalho e da produção. A Organização Mundial da Saúde registrou que, entre 2019 e 2021, a expectativa de vida global caiu 1,8 ano, o maior recuo recente, e alertou que o impacto da pandemia desacelerou os ganhos de saúde pública em escala global. A própria OMS também destaca que cerca de 6 em cada 100 pessoas infectadas podem desenvolver condição pós-Covid, o chamado long Covid, o que prolonga efeitos econômicos, laborais e assistenciais muito além da fase aguda da doença.
O legado da pandemia é, portanto, duplo. Em primeiro lugar, ele é institucional. Ficou evidente que cadeias de suprimento excessivamente otimizadas, sistemas hospitalares operando no limite e Estados dependentes de fornecedores externos são frágeis diante de choques sistêmicos. Em segundo lugar, ele é cultural. A pandemia produziu uma nova sensibilidade social: popularizou a percepção de que o mundo é mais vulnerável do que parecia e que eventos extremos podem interromper a normalidade global em questão de semanas.
Foi nesse contexto que termos como resiliência, redundância, soberania sanitária e segurança de cadeias produtivas passaram a ganhar centralidade. Não se trata apenas de economia. Trata-se de uma mudança de paradigma. O ideal de eficiência máxima, típico da globalização das últimas décadas, começou a ceder espaço à lógica da segurança estratégica. Produzir “no lugar mais barato” deixou de ser suficiente; tornou-se necessário produzir também “no lugar mais seguro” ou “no lugar politicamente confiável”. Esse deslocamento ajuda a explicar a reconfiguração contemporânea das cadeias globais.
A pandemia também reconfigurou o trabalho. O teletrabalho, a digitalização de serviços e a plataformização de rotinas administrativas avançaram de forma abrupta. Em muitas áreas, a Covid-19 não criou tendências novas; apenas acelerou tendências que já estavam em curso. O problema é que essa aceleração ocorreu sem o mesmo ritmo de proteção social, de regulação do trabalho digital e de redução das desigualdades tecnológicas. O resultado foi uma modernização assimétrica: mais conectividade para alguns, mais precariedade para muitos.
2. A inteligência artificial e a abertura de uma nova corrida histórica
Se a pandemia abalou as estruturas do mundo anterior, a inteligência artificial está redesenhando as bases do mundo seguinte. A questão central já não é apenas se a IA “funciona”, mas quem controla sua infraestrutura, quem captura seus ganhos e quem paga seus custos. O debate saiu do terreno da curiosidade tecnológica e entrou no coração da disputa geopolítica.
Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que, até 2030, as grandes tendências tecnológicas, econômicas, demográficas e geoeconômicas podem criar 170 milhões de empregos e deslocar 92 milhões, com saldo líquido positivo, mas profundamente desigual entre setores e países. O mesmo relatório destaca que 39% das habilidades exigidas no mercado deverão mudar até 2030 e que a lacuna de qualificação já é vista por 63% dos empregadores como principal barreira à transformação. Além disso, metade das empresas consultadas espera reorientar seus modelos de negócio em função da IA, enquanto 41% projetam redução de força de trabalho em áreas automatizáveis.
Isso revela o núcleo político do problema. A IA não é apenas uma ferramenta de eficiência. Ela funciona como infraestrutura de reorganização social. Reordena profissões, redefine hierarquias entre países, amplia o valor estratégico dos dados, dos semicondutores, da computação em nuvem e da energia elétrica. Em outras palavras, a IA não é só inovação; é poder.
O Fundo Monetário Internacional chamou atenção, em 2025, para o impacto do crescimento dos data centers e dos grandes modelos de linguagem sobre a demanda energética. A expansão da IA exige uma base material robusta: eletricidade abundante, redes de transmissão, resfriamento, minerais críticos, centros de processamento e capacidade de investimento de grande escala. A chamada “economia imaterial” depende, na verdade, de uma materialidade gigantesca. Por trás de cada interface fluida, há cabos, servidores, usinas, chips e cadeias minerais.
Essa transformação aprofunda a competição entre Estados Unidos e China, mas também pressiona países periféricos a escolherem caminhos de inserção. Serão apenas consumidores de ferramentas produzidas por poucos polos tecnológicos ou conseguirão construir alguma soberania digital? Essa pergunta é decisiva. O risco é a consolidação de uma nova dependência: menos baseada apenas em dívida e manufatura, mais baseada em algoritmos, nuvem, propriedade intelectual e controle das infraestruturas de decisão.
A IA também altera o terreno da política. Amplifica desinformação, acelera propaganda personalizada, embaralha fronteiras entre verdade e simulação e pressiona democracias já fragilizadas. O novo mundo, portanto, não é apenas mais automatizado. É também mais vulnerável à manipulação em escala industrial.
3. A guerra dos EUA e Israel no Irã: o retorno brutal da geopolítica
A guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã recolocou o Oriente Médio no centro nervoso do sistema internacional. Ainda que muitos analistas tenham anunciado, nos últimos anos, um suposto deslocamento definitivo da geopolítica para o Indo-Pacífico, os acontecimentos de março de 2026 demonstram que o Golfo Pérsico continua sendo uma dobradiça do mundo. Quando o estreito de Ormuz entra em risco, o planeta inteiro sente.
Segundo a Reuters, a guerra levou a uma interrupção severa dos fluxos de petróleo e gás, com impacto sobre uma rota que responde por cerca de um quinto do abastecimento global. A Agência Internacional de Energia foi ainda mais enfática ao afirmar, em relatório de março de 2026, que o conflito no Oriente Médio produziu a maior disrupção de oferta da história do mercado global de petróleo, com o fluxo pelo estreito despencando de cerca de 20 milhões de barris por dia para quase nada naquele momento.
Esse dado é mais do que econômico. Ele revela o fracasso da ilusão segundo a qual a globalização teria domesticado a geopolítica. Não domesticou. Apenas a tornou mais interdependente. Um ataque regional já não é regional. Ele reverbera em fertilizantes, fretes, inflação, crédito, alimentos, energia elétrica e estabilidade política em países distantes.
A guerra também mostra a persistência de um padrão antigo: a tentativa de organizar o sistema internacional por meio da força, da contenção militar e do controle de gargalos estratégicos. O problema é que esse padrão hoje opera num mundo mais saturado de riscos. Diferentemente de conflitos do passado, a guerra contemporânea atinge mercados financeiros instantaneamente, contamina narrativas globais pelas redes e convive com armas cibernéticas, drones, sabotagens energéticas e pressões diplomáticas multilaterais.
Ao mesmo tempo, a resposta iraniana e a própria centralidade do estreito de Ormuz evidenciam que potências médias e regionais seguem tendo capacidade de perturbação sistêmica. Isso enfraquece a ideia de uma ordem internacional plenamente administrável pelas grandes potências ocidentais. O mundo atual é mais multipolar no poder, mas também mais multipolar na produção do caos.
4. O petróleo voltou ao centro do tabuleiro
Durante anos, parte do discurso público tentou apresentar a transição energética como uma linha ascendente, quase inevitável, rumo a um mundo pós-petróleo. A realidade tem sido menos linear. A transição existe, mas o petróleo continua sendo o sangue do sistema internacional. Sempre que o Oriente Médio explode, essa verdade reaparece sem maquiagem.
A IEA estimou, em junho de 2025, que o estreito de Ormuz era rota de saída para cerca de 25% da oferta mundial de petróleo. Em março de 2026, no contexto da guerra, a própria agência apontou um colapso sem precedentes no fluxo regional. Já a Reuters informou que os preços do Brent chegaram a disparar antes de recuarem com especulações de cessar-fogo, oscilando em torno de um mercado guiado pela insegurança estratégica, não apenas pela oferta e demanda convencionais.
O aumento do petróleo tem efeitos em cascata. Encarece transporte, pressiona cadeias industriais, eleva o custo dos fertilizantes e amplia a inflação de alimentos. Em economias frágeis, isso pode produzir desorganização fiscal, deterioração do poder de compra e instabilidade política. O petróleo não impacta apenas bombas de combustível; ele reorganiza todo o metabolismo material da economia global.
Há aqui uma contradição central do novo mundo. Ao mesmo tempo que as potências falam em descarbonização, elas continuam estruturalmente dependentes de segurança energética fóssil. A transição energética, por isso, não aboliu a geopolítica do petróleo; apenas a tornou mais complexa. O planeta vive uma espécie de dupla dependência: ainda precisa dos fósseis enquanto tenta construir o futuro renovável. Esse intervalo histórico é tenso, caro e politicamente explosivo.
Além disso, o choque do petróleo fortalece países produtores, revaloriza regiões antes tratadas como periferias energéticas e reabre disputas por rotas, reservas, refinarias e infraestrutura marítima. Em vez de desaparecer, a geopolítica da energia se sofisticou.
5. Europa: o velho mundo diante do novo século
A expressão “velho mundo” aplicada à Europa não é apenas geográfica ou civilizacional. Ela se tornou, cada vez mais, econômica e demográfica. A Europa envelhece, cresce pouco, sofre com custos energéticos elevados e enfrenta dificuldades para converter sua tradição institucional em vantagem competitiva num ambiente dominado por escala tecnológica, investimentos massivos e competição geoeconômica agressiva.
A Comissão Europeia, ao divulgar o relatório Draghi sobre competitividade, reconheceu explicitamente que a Europa já não pode contar com os fatores que sustentaram seu crescimento no passado. O diagnóstico aponta para baixa produtividade, desafios demográficos, energia cara e aumento da concorrência global. Em 2025, a própria Comissão passou a estruturar seu “Competitiveness Compass” com base nesse diagnóstico, assumindo que a economia europeia precisa de uma profunda recomposição estratégica.
Isso não significa que a Europa tenha se tornado irrelevante. Seria um erro grosseiro. O continente ainda concentra capital, ciência, indústria sofisticada, regulação poderosa e instituições consolidadas. O problema é outro: seu modelo histórico perdeu tração relativa. A Europa se vê comprimida entre a capacidade de inovação e financiamento dos Estados Unidos, a escala produtiva e tecnológica da China, a agressividade energética do Oriente Médio e da Eurásia e a ascensão de novas redes de comércio Sul-Sul.
Há também um problema de imaginação estratégica. A União Europeia foi concebida como resposta civilizatória a guerras passadas, baseada em integração econômica, bem-estar social e regulação. O século XXI, porém, está sendo moldado por competição tecnológica, proteção industrial, segurança energética, pressões migratórias, conflito informacional e retorno do poder duro. A Europa ainda procura um idioma adequado para esse novo tempo.
O envelhecimento populacional aprofunda essa dificuldade. Sociedades mais envelhecidas tendem a lidar com menor dinamismo demográfico, maiores pressões fiscais e mais disputa distributiva. Num mundo de inovação acelerada e competição por talentos, isso pesa. A Europa não está acabada; está tensionada entre seu passado institucional e a brutalidade do novo cenário global.
6. Outros vetores que estão abrindo o planeta para um novo mundo
Os cinco fatores anteriores são centrais, mas não esgotam a metamorfose em curso. Há outros movimentos estruturais empurrando o mundo para uma nova configuração.
O primeiro deles é a fragmentação da globalização. A UNCTAD mostrou que o comércio global segue crescendo e deve ter alcançado recorde de US$ 35 trilhões em 2025, mas também alertou para o avanço da fragmentação geopolítica, do nearshoring e de novas estratégias de diversificação de cadeias. Não se trata de fim da globalização, e sim de sua mutação: menos universal, mais regionalizada, mais seletiva e mais condicionada por rivalidades políticas.
O segundo vetor é o endividamento. A Reuters, citando o Institute of International Finance, informou que a dívida global atingiu US$ 348 trilhões em 2025. Já o Banco Mundial alertou que países em desenvolvimento pagaram, entre 2022 e 2024, US$ 741 bilhões a mais em principal e juros do que receberam em novos financiamentos. Isso significa que a reorganização do mundo ocorre sob enorme pressão financeira, especialmente no Sul Global, onde a margem de manobra estatal é menor e o custo do capital é maior.
O terceiro vetor é a crise climática. Ainda que não apareça sempre no noticiário com a mesma intensidade da guerra, ela está no fundo de quase todas as mudanças contemporâneas. Eventos extremos desorganizam infraestrutura, pressionam seguros, encarecem alimentos, deslocam populações e tornam cadeias logísticas mais instáveis. A própria UNCTAD tem alertado para o peso crescente de choques climáticos sobre logística e comércio internacional.
O quarto vetor é o deslocamento relativo do eixo mundial para Ásia, Golfo e redes do Sul Global. Os dados da UNCTAD mostram que Ásia, África e comércio Sul-Sul têm ganhado peso relativo no crescimento do comércio, mesmo sob desaceleração global. Isso não elimina o poder do Ocidente, mas reduz sua centralidade absoluta. O novo mundo tende a ser menos atlântico e mais policêntrico.
O quinto vetor é a crise da verdade pública. IA generativa, plataformas digitais, polarização e ecossistemas de propaganda tornam a disputa pelo real uma disputa de poder. Governar, hoje, não é apenas decidir; é também impor narrativas críveis num ambiente saturado de simulações. A batalha política do século XXI será, em larga medida, uma batalha pelo regime de credibilidade.
7. O que realmente está nascendo
O novo mundo que se forma não pode ser resumido por uma fórmula única. Não é apenas o mundo da IA, nem apenas o mundo pós-pandemia, nem apenas o mundo da guerra energética. É o mundo em que todas essas camadas se sobrepõem.
Ele será mais tecnológico, mas também mais materialmente dependente de energia, minerais e infraestrutura pesada. Será mais conectado, mas também mais fragmentado politicamente. Será mais produtivo em certos setores, mas potencialmente mais desigual. Será menos ingênuo em relação à globalização, menos confiante na estabilidade liberal e mais orientado por segurança, soberania e competição.
Em termos históricos, talvez a imagem mais adequada não seja a de uma “nova era” luminosa, mas a de uma transição turbulenta. O sistema internacional está saindo de uma fase marcada pela confiança na integração e entrando noutra marcada pela gestão do risco. O léxico dominante mudou: resiliência, autonomia estratégica, friendshoring, soberania digital, segurança energética, reindustrialização, militarização de rotas, governança algorítmica. Essas palavras não são moda passageira. São sinais de época.
Conclusão
O mundo que se desenha depois da Covid-19, da expansão da inteligência artificial, da guerra no Irã, da alta do petróleo e da crise europeia não é uma simples continuação do anterior com novas ferramentas. Trata-se de uma reconfiguração mais profunda, em que as promessas centrais da globalização tardia foram abaladas. A crença numa integração automática dos mercados, numa transição tecnológica neutra e numa política internacional administrável por regras comuns perdeu força diante de pandemias, guerras, choques energéticos, fragmentação comercial e disputa digital.
O que está emergindo é uma ordem mais áspera. Uma ordem em que tecnologia e energia se confundem com soberania, em que cadeias produtivas se tornam instrumentos de poder, em que a democracia disputa espaço com ecossistemas de manipulação algorítmica e em que velhos centros de influência precisam aprender a viver sem a autoridade incontestada que um dia imaginaram possuir. O “novo mundo” não será inaugurado por um tratado, por uma eleição ou por uma inovação isolada. Ele já está sendo construído, de forma conflitiva, nas fraturas abertas do presente. E talvez a sua marca mais visível seja justamente esta: o futuro deixou de parecer uma promessa consensual e passou a se apresentar como um campo de disputa.
Referências
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