Da mensagem no WhatsApp ao voto e à decisão médica — o caminho curto que arrebenta a cultura pública
Um áudio chega no grupo da igreja às 6h40: “irmãos, repassem, é urgente”. Em seguida, um card bonito, com foto de laboratório e frase curta: “vacina X cura câncer”, “o Japão não faz prova até tal idade”, “as urnas foram fraudadas”, “isso aqui é profecia”. Ninguém pergunta de onde veio. Ninguém abre artigo, portaria, dado. A mensagem já vem embrulhada com autoridade, pressa e moral. O estrago não aparece na hora. Ele vai aparecendo quando a agente de saúde do bairro começa a ouvir que vacina “é coisa do sistema”; quando a professora vira “inimiga dos valores”; quando o pastor-influenciador vira comentarista político; quando o vereador transforma “revelação” em pauta de Câmara; quando a família decide “testar um tratamento alternativo” antes de ir ao SUS. Isso não é só desinformação: é um método paralelo de produzir “verdades” e governar gente por dentro.
Introdução (sem rodeio)
Quem nunca abriu um grupo de WhatsApp e encontrou um card “bem feito”, com foto de jaleco e texto curto, falando de saúde, educação ou política, como se fosse manchete? E quando o card vem com carimbo religioso (“Deus mostrou”, “visão”, “profecia”) ou com carimbo político (“o sistema”, “a mídia”, “o Tribunal”), ele ganha um bônus: vira missão repassar.
Aí começa o problema: o Brasil já vive numa paisagem digital em que internet e redes são parte do cotidiano de quase todo mundo — não por hobby, mas por necessidade. No início de 2024, o país tinha cerca de 187,9 milhões de usuários de internet (86,6% da população) e 144 milhões de usuários de redes sociais (66,3% da população), além de mais de 210 milhões de conexões móveis ativas (DataReportal, 2024).
Isso significa que a “verdade” que circula no celular não é um detalhe: ela disputa o lugar do jornal, da escola, do posto de saúde, do sindicato, da associação de bairro, da conversa no balcão da padaria.
E quando religião e política entram nesse circuito como fábricas de credibilidade — não como fé pessoal ou debate legítimo, mas como máquina de engajamento — o risco sobe. Não porque religião “seja ruim” ou política “seja suja” por natureza. O risco sobe porque esses dois campos sabem fazer o que a desinformação precisa para se multiplicar: comunidade, autoridade, emoção, narrativa moral e sentido de pertencimento.
Este artigo cruza três coisas:
- como conteúdos “plausíveis” formam bolhas de pseudociência;
- como isso se conecta à vida religiosa em grupos e redes;
- como isso é convertido em capital político e dano cultural no Brasil.
Objetivo
Analisar, de forma crítica e aplicada ao contexto brasileiro, como publicações “com cara de verdade” alimentam bolhas de pseudociência quando circulam em redes religiosas e são instrumentalizadas por disputas políticas, produzindo efeitos concretos em saúde, educação, serviços públicos e convivência social.
Metodologia (simples e honesta)
Foi feita uma análise qualitativa com base em:
- documentos e definições institucionais sobre infodemia e desinformação (World Health Organization, 2020; 2024);
- dados públicos de contexto digital (DataReportal, 2024);
- evidências e reportagens investigativas sobre desinformação em redes religiosas no WhatsApp (Agência Pública, 2021; ISER, 2024);
- estudos acadêmicos sobre desinformação eleitoral e religiosa (Patriota, 2024; Pimenta, 2024);
- dados oficiais sobre enfrentamento à desinformação eleitoral (TSE, 2024; 2021).
O foco não é “caçar culpados”, mas mostrar mecanismos e consequências com exemplos cotidianos, do jeito que aparece na rua.
Uma cena comum (e por que ela importa)
Imagine uma técnica de enfermagem que trabalha numa UBS e, à noite, participa do grupo da igreja. Ela recebe um vídeo curto dizendo que “vacina causa doença”, com uma fala de líder religioso e um recorte de “estudo” sem referência. No plantão, na semana seguinte, ela escuta duas mães repetindo a mesma frase — com as mesmas palavras, como se fosse slogan. Se ela tentar argumentar, vira “contra Deus” ou “a favor do sistema”. A conversa não é mais sobre evidência. É sobre lealdade.
Agora troca saúde por educação: uma coordenadora pedagógica recebe no grupo do bairro um card: “no país X não existe prova até 10 anos, aqui só tem opressão”. Parece bonito, parece “progressista”, parece “humano”. Ela repassa. No dia seguinte, numa reunião, aparece pai dizendo que a escola “tem que virar Japão”, mas sem querer discutir currículo, formação docente, estrutura, desigualdade. Quer apenas uma fórmula mágica. A escola vira palco de meme.
E troca educação por política: um áudio fala que “o Tribunal adulterou”, que “o voto foi roubado”, que “é guerra espiritual”. A pessoa repassa porque acha que está defendendo o bem. E pronto: a confiança institucional vira pó.
Essas cenas têm um ponto em comum: o conteúdo não precisa estar totalmente errado. Ele precisa só parecer verdadeiro o bastante para atravessar o filtro da vergonha e do bom senso. A OMS descreve “infodemia” como excesso de informação — incluindo falsa ou enganosa — que confunde, induz comportamento de risco e gera desconfiança em autoridades (World Health Organization, 2020).
E a mesma OMS diferencia “misinformation” (erro sem intenção) e “disinformation” (produção deliberada de falsidade) (World Health Organization, 2024).
No grupo da família e da igreja, o que domina costuma ser o primeiro tipo: gente repassando porque acredita e porque quer “proteger”. Só que isso não diminui o estrago. Às vezes aumenta, porque vem embalado por confiança.
Por que religião e política são terreno fértil para “verdades de celular”
Comunidade resolve um problema real — e cria outro
Religião, no Brasil, não é só crença. É rede de cuidado, sociabilidade, orientação, suporte emocional, disciplina de vida. Em muita periferia, a igreja funciona como “CRAS informal”, como “terapia coletiva”, como “rede de emprego”, como lugar de escuta.
O WhatsApp amplifica isso. E aqui está o ponto delicado: quando o WhatsApp vira extensão do culto, ele também vira extensão do poder de fala. A Agência Pública publicou pesquisa/reportagem mostrando que grupos de igreja no WhatsApp podem ser usados para disseminar desinformação, em especial no segmento evangélico, justamente porque são redes fechadas e de confiança (Agência Pública, 2021).
O ISER descreve essa dinâmica com clareza: o WhatsApp como complemento da experiência religiosa e como canal de circulação de conteúdos — inclusive políticos — dentro de laços comunitários (ISER, 2024).
Em termos simples: quando a mensagem vem do “irmão”, ela passa. Quando vem do “pastor”, ela passa correndo. E quando vem com medo (“é perseguição”) ou promessa (“Deus vai curar”), ela passa mais ainda.
A religião como “selo de autenticidade”
No Brasil, muita desinformação não se apresenta como “informação”. Ela se apresenta como revelação. Isso muda a regra do jogo, porque revelação não se checa — se obedece.
Um estudo chama esse fenômeno de “fake profecias”: conteúdos enganosos disfarçados de profecias e revelações por pastores-influenciadores em redes digitais durante a eleição de 2022 (Patriota, 2024).
Não é só uma fala religiosa sobre política. É política travestida de transcendência: quem discorda não é adversário, é “cego”, “dominado”, “inimigo”.
Quando isso acontece, o método científico não perde só por falta de acesso. Ele perde porque vira “irrelevante”. E essa é a base da pseudociência: não é ignorância pura; é substituição de critério. Em vez de “o que tem evidência?”, vira “quem falou?” e “de que lado está?”.
A política como máquina de escalonar indignação
Política eleitoral vive de narrativa. E narrativa, em rede, vive de emoção. Conteúdo falso ou distorcido é útil porque “trabalha” 24 horas, sem contraditório, sem auditoria. Ele recruta, radicaliza, mobiliza.
A Justiça Eleitoral tem um Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação (instituído por portaria) voltado a reduzir efeitos nocivos da desinformação sobre o processo eleitoral e o sistema de votação (TSE, 2021).
E o próprio TSE divulgou resultados do programa nas eleições de 2024, com milhares de apontamentos recebidos via sistema (TSE, 2024).
Independente de concordar com cada medida, uma coisa é objetiva: o volume existe porque o problema existe.
Agora junta as duas coisas: religião fornece pertencimento e autoridade; política fornece conflito e mobilização. A desinformação entra como cola — e o resultado é uma bolha onde “verdade” é o que fortalece o grupo.
O “truque” do post plausível: como ele engana sem parecer enganar
A mentira grosseira ainda encontra resistência. A mentira plausível, não.
O verniz de cientificidade
Foto de laboratório. Texto curto. Palavra técnica. Data. Um “estudo” sem link. Um “médico” sem nome. Isso cria a sensação de que alguém “fez a pesquisa por você”.
Em saúde, isso vira uma praga: todo mundo já viu card sobre câncer, vacina, “toxinas”, “parasitas”, “frequência”, “metais pesados”. A publicação não precisa provar. Ela só precisa encostar numa linguagem médica e acionar medo.
A Fiocruz identificou, no contexto da pandemia, o peso das redes na disseminação de boatos e alertou para a circulação de fake news relacionadas à Covid-19 em plataformas sociais (Fiocruz, 2020).
E uma nota veiculada pela Agência Brasil, baseada em pesquisa mencionada pela Fiocruz, indicou o WhatsApp como ferramenta central na divulgação de fake news sobre coronavírus (Agência Brasil, 2020).
Não importa se o assunto hoje não é Covid. O mecanismo é o mesmo: “vi no WhatsApp” vira fonte, e “veio do grupo” vira validação.
O uso de “fórmulas morais” em vez de prova
Um post diz: “o Japão faz assim, por isso dá certo”. Outro diz: “a cura existe, mas não deixam”. Outro diz: “estão perseguindo a igreja”. Outro diz: “isso é guerra espiritual”.
Percebe o padrão? A postagem já traz uma conclusão moral. Ela não quer que você investigue. Ela quer que você escolha um lado.
E quando o lado é “Deus”, a escolha vira chantagem afetiva: “se você questiona, você está com o inimigo”.
O Brasil como terreno sensível: por que aqui o estrago escala
Um país mais religioso e politicamente tensionado
O Censo 2022 mostrou queda de católicos e crescimento de evangélicos: católicos foram de 65,1% (2010) para 56,7% (2022), e evangélicos de 21,6% para 26,9%, além do crescimento dos “sem religião” (IBGE, 2025).
Esse dado não é “bom” nem “ruim”. Ele é um retrato de mudança cultural real. O ponto é: quando um campo religioso cresce e se reorganiza, também cresce seu peso na disputa por narrativas públicas — e a disputa por narrativa é exatamente onde a desinformação prospera.
O WhatsApp como infraestrutura de vida
No Brasil, WhatsApp não é “rede social”. É infraestrutura: trabalho, família, igreja, escola, condomínio, campanha, comércio, cobrança, consulta.
Quando a infraestrutura vira canal de desinformação, o combate vira difícil porque não dá para “proibir o WhatsApp” sem proibir a vida. E como grupos são fechados, a mentira circula com pouca exposição ao contraditório.
Baixa fricção, alta confiança
O “compartilhar” custa nada. E a mensagem vem de alguém conhecido. Essa combinação derruba defesas cognitivas. É a diferença entre um boato numa esquina e um boato no grupo da família: no grupo, ele vem com vínculo.
O ponto mais sensível: quando a pseudociência vira “doutrina”
Aqui é onde o debate costuma ficar covarde, então vale ser direto.
Há líderes religiosos que trabalham com seriedade, orientam, criticam fake news e defendem cuidado. Isso existe e é importante dizer. Mas também há um ecossistema que entendeu que a fé pode ser usada como linguagem de comando — e que o comando pode ser político e econômico.
Quando um líder diz “não confie no posto”, a UBS perde força. Quando diz “professor quer corromper”, a escola perde legitimidade. Quando diz “o Tribunal roubou”, a democracia vira suspeita permanente. E quando diz “Deus revelou que tal candidato é do bem”, o voto vira rito.
Isso não é “opinião religiosa”. Isso é governança informal.
E, em paralelo, entra a pseudociência: curas milagrosas, “vacinas do mal”, “tratamentos escondidos”, “frequências”, “tecnologia espiritual”. O pacote é sedutor porque dá explicação total para um mundo confuso.
A OMS alerta que infodemia gera confusão, induz comportamentos de risco e mina a confiança na resposta de saúde pública (World Health Organization, 2020).
No Brasil, essa mina não explode só na saúde. Ela explode na cultura pública: vira um jeito de pensar.
Estrago prático: onde isso bate na vida real
Na UBS e no SUS: decisão clínica vira guerra de narrativa
A agente comunitária bate na porta com aviso de vacinação. O morador responde: “não vou, isso é controle”. A técnica de enfermagem tenta explicar. O cara mostra um vídeo: “olha aqui, pastor falou”.
Isso muda a relação com a política pública. O SUS deixa de ser serviço e vira “lado”.
O custo aparece quando a pessoa adia diagnóstico, abandona tratamento, troca conduta por promessa. A pseudociência, aqui, não é conversa de internet. É risco.
Na escola: professor vira “suspeito moral”
Quando boatos circulam dizendo que “a escola ensina contra Deus”, o professor de História vira alvo, a professora de Ciências vira “doutrinadora”, a direção vira “conivente”. A pauta pedagógica vira tribunal moral.
Aí aparecem duas consequências bem específicas, bem brasileiras:
- pai e mãe exigindo que a escola “proíba assuntos” sem entender currículo;
- professor se autocensurando para evitar conflito no bairro.
Quem ganha? O vendedor de certeza rápida. Quem perde? A criança, que precisa de escola como lugar de pensamento, não de medo.
No comércio e no trabalho: reputação e conflito
O dono de mercearia repassa coisa política no grupo do bairro. Metade para de comprar. O motorista de app tem adesivo; passageiro cancela. A diarista escuta comentário sobre “irmã tal que não é de Deus”. Parece pequeno. Vai virando um país onde o vínculo social é condicionado a credo e voto.
Na Câmara Municipal: “mensagem do céu” vira política pública
O vereador não precisa provar. Ele precisa performar. E a performance religiosa mobiliza base. A pseudociência ajuda porque “dramatiza” inimigos: vacina, escola, imprensa, universidade, Tribunal.
O resultado cultural é um: troca-se o debate por moralização. E moralização é atalho para autoritarismo.
“Mas a ciência também erra”: a crítica que sempre aparece (e a resposta)
Uma crítica comum a esse tipo de posição é: “vocês defendem ciência como se fosse religião; ciência erra, muda, já enganou”. Isso tem um pedaço verdadeiro.
A ciência muda. Ela corrige hipóteses. Ela revisa evidência. E isso é exatamente o oposto do que a pseudociência faz.
A diferença não é “ciência é perfeita”. A diferença é método. Ciência explica como chegou ali, mostra dados, limitações, conflito de interesse, revisão por pares, replicação. Pseudociência oferece conclusão pronta e, quando questionada, responde com ataque moral: “você não tem fé”, “você é do sistema”, “você é manipulado”.
Se a pessoa quer desconfiar de instituições, tudo bem — desconfiar é saudável. Mas desconfiar com método é uma coisa; desconfiar com crença fechada é outra. A primeira abre investigação. A segunda fecha o mundo.
É por isso que o Conselho da Europa, em um marco clássico sobre “information disorder”, separa desinformação por intencionalidade e chama atenção para o ecossistema que mistura conteúdo falso, fora de contexto e manipulação emocional (Wardle; Derakhshan, 2017).
(Nota: este documento é amplamente citado, mas, para manter a rastreabilidade aqui, a referência usada está na base do Conselho da Europa.)
Resposta direta à crítica: sim, ciência erra e se corrige. Quem vende “certeza total” sem fonte e sem limite não está protegendo você da ciência — está te vendendo um cativeiro.
(Para não inventar citação: abaixo eu uso o link oficial do Conselho da Europa já encontrado anteriormente no trabalho prévio; se você quiser, eu puxo novamente e cito aqui na hora. Por ora, mantenho a discussão sem atribuir página específica.)
O coração do problema: pseudociência como tecnologia de poder
Aqui entra o cruzamento com religião e política de um jeito mais específico.
Pseudociência não é só erro: é ferramenta de governo informal
Quando um conteúdo enganoso vira “verdade do grupo”, ele passa a organizar comportamento: o que comprar, em quem votar, que médico procurar, que professor atacar, que juiz odiar.
Isso é poder. E é um poder barato, porque não exige obra, gestão, resultado. Exige só narrativa.
O “pastor-influenciador” e o “político-devocional” como figuras do ecossistema
A figura do pastor-influenciador — ou do líder que mistura orientação espiritual com roteiro político — tem vantagem competitiva na guerra informacional: ele fala com confiança, fala simples, fala com emoção e fala com autoridade.
O estudo sobre “fake profecias” mostra justamente essa fusão do religioso com o digital como forma de circulação de conteúdos enganosos em contexto eleitoral (Patriota, 2024).
Isso não quer dizer que “pastor” é sinônimo de desinformação. Quer dizer que existe um modelo de uso do religioso para legitimar mentira — e esse modelo está rodando.
O que dá para fazer sem virar especialista (e sem pagar de “fiscal da internet”)
Em vez de discurso bonito, vai o que funciona no cotidiano.
Quando chegar um card “científico” ou “profético” no grupo, três perguntas resolvem 80%:
- De onde saiu? Tem link para documento, instituição, artigo, portaria?
- Quem confirma além do próprio post? Tem mais de uma fonte confiável dizendo o mesmo?
- O post deixa claro limites e contexto? Se promete certeza total, desconfie.
E uma regra social simples: se o conteúdo te dá vontade de repassar “para salvar alguém” em 30 segundos, provavelmente ele foi desenhado para isso.
Fechamento (curto e sem enfeite)
Se uma mensagem precisa do seu medo para circular, ela não está te informando — está te usando. Antes de repassar no grupo da igreja ou da família, faça o básico: peça a fonte e espere a resposta. O silêncio costuma ser bem esclarecedor.
Referências
AGÊNCIA BRASIL (EBC). Fiocruz aponta que 73% das notícias falsas sobre coronavírus circulam no WhatsApp, 21 abr. 2020. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2020-04/fiocruz-aponta-que-73-das-noticias-falsas-sobre. Acesso em: 19 fev. 2026.
AGÊNCIA PÚBLICA. Grupos da igreja no WhatsApp são usados para disseminar desinformação, revela pesquisa, 17 ago. 2021. Disponível em: https://apublica.org/2021/08/grupos-da-igreja-no-whatsapp-sao-usados-para-disseminar-desinformacao-revela-pesquisa/. Acesso em: 19 fev. 2026.
DATAREPORTAL. Digital 2024: Brazil, 23 fev. 2024. Disponível em: https://datareportal.com/reports/digital-2024-brazil. Acesso em: 19 fev. 2026.
FIOCRUZ. Estudo identifica principais fake news relacionadas à Covid-19, 21 maio 2020. Disponível em: https://fiocruz.br/noticia/2020/05/estudo-identifica-principais-fake-news-relacionadas-covid-19. Acesso em: 19 fev. 2026.
FIOCRUZ. Pesquisa revela dados sobre fake news relacionadas à Covid-19, 15 abr. 2020. Disponível em: https://fiocruz.br/noticia/2020/04/pesquisa-revela-dados-sobre-fake-news-relacionadas-covid-19. Acesso em: 19 fev. 2026.
IBGE. Censo 2022: católicos seguem em queda; evangélicos e sem religião crescem no país, 06 jun. 2025. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43593-censo-2022-catolicos-seguem-em-queda-evangelicos-e-sem-religiao-crescem-no-pais. Acesso em: 19 fev. 2026.
ISER. Religião, eleições e tecnologia: o que tem a ver? (Boletim 18/2024), 06 set. 2024. Disponível em: https://iser.org.br/noticia/religiao-eleicoes-e-tecnologia-o-que-tem-a-ver-boletim-18-2024/. Acesso em: 19 fev. 2026.
PATRIOTA, K. Fake profecias: a desinformação embalada em mensagem religiosa nas eleições presidenciais de 2022 no Brasil. Revista (PUC-SP), 2024. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/rever/article/view/65154. Acesso em: 19 fev. 2026.
PIMENTA, R. M. A mecânica da desinformação eleitoral: fake news e o paralelo com as “trend topics” das redes sociais em 2022. SciELO, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/eb/a/pQnFBqBYcKw9XRhPNp3MwSG/. Acesso em: 19 fev. 2026.
TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE). Desinformação: Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação (PPED). Disponível em: https://www.justicaeleitoral.jus.br/desinformacao/. Acesso em: 19 fev. 2026.
TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE). TSE publica resultados do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação nas Eleições 2024, 18 dez. 2024. Disponível em: https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2024/Dezembro/tse-publica-resultados-do-programa-permanente-de-enfrentamento-a-desinformacao-nas-eleicoes-2024. Acesso em: 19 fev. 2026.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Infodemic. Disponível em: https://www.who.int/health-topics/infodemic. Acesso em: 19 fev. 2026.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Disinformation and public health: questions and answers, 06 fev. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/questions-and-answers/item/disinformation-and-public-health. Acesso em: 19 fev. 2026.
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