Em 2026, o Brasil entra em mais uma eleição geral num ecossistema informacional em que campanhas, governos e disputas culturais operam menos pela imposição direta e mais pela gestão da atenção, do humor social e do desejo. O conceito de psicopolítica, formulado por Byung-Chul Han, descreve exatamente essa mutação: um poder que não precisa bater para dominar — basta seduzir, convocar à exposição, quantificar comportamentos e converter liberdade em instrumento de coerção. (HAN, 2018). A eleição, nesse quadro, deixa de ser apenas competição programática e vira laboratório de “engenharia afetiva”, em que curtidas, reputação, microsegmentação e narrativas identitárias disputam o controle do imaginário coletivo.
1. O que é psicopolítica e por que esse conceito importa
A psicopolítica, em Byung-Chul Han, designa um regime de poder ajustado ao neoliberalismo: em vez de governar prioritariamente corpos por coerção, passa a governar mentes por liberdade administrada, auto-otimização e exploração de afetos. (HAN, 2018). Não se trata de uma “teoria conspiratória” sobre manipulação total, mas de uma descrição filosófica — crítica — do modo como economia, cultura digital e subjetividade convergem para produzir indivíduos mais produtivos, mais transparentes e mais governáveis, justamente porque acreditam estar escolhendo livremente.
A chave do argumento é dura: a dominação moderna não precisa parecer dominação. Ela pode se apresentar como autonomia, empreendedorismo, felicidade, propósito, liberdade de expressão e conectividade. (HAN, 2018). Quando isso ocorre, a energia política que antes poderia alimentar conflito, organização coletiva e transformação social tende a ser redirecionada para a interioridade: desempenho pessoal, marca individual, autoculpa, ansiedade e competição permanente.
2. Da biopolítica à psicopolítica
2.1. Foucault: corpos, disciplina e governo das populações
A genealogia é conhecida: Michel Foucault descreveu a transição do poder soberano (que “fazia morrer e deixava viver”) para mecanismos modernos de governo que “fazem viver e deixam morrer”, administrando vida, saúde, trabalho e sexualidade. (FOUCAULT, 1976). A sociedade disciplinar, analisada em Vigiar e punir, funciona por instituições, vigilância, normalização e punição: escola, fábrica, quartel, hospital, prisão. (FOUCAULT, 1975).
Em O nascimento da biopolítica, Foucault mostra que o liberalismo e seus desdobramentos não são apenas doutrinas econômicas, mas racionalidades de governo: modos de conduzir condutas, organizar incentivos, definir o que é “normal” e “eficiente”. (FOUCAULT, 2008).
2.2. A virada imaterial: mente, afeto, atenção e desempenho
Han argumenta que, com a mutação do capitalismo industrial para formas financeirizadas e digitais — intensivas em informação, serviço e produção imaterial —, o foco do controle desloca-se: o corpo ainda importa, mas a “força produtiva” decisiva passa a ser a psique. (HAN, 2018). A disciplina do “não pode” torna-se menos eficaz do que a gestão do “você consegue”, “você merece”, “basta se reinventar”.
Aqui aparece o elo com Gilles Deleuze, que descreve a passagem das “sociedades disciplinares” para “sociedades de controle”: menos confinamento, mais modulação contínua, mais avaliação permanente, mais circulação vigiada. (DELEUZE, 1992). O poder deixa de ser um muro; vira ambiente.
3. O sujeito de desempenho e o paradoxo da liberdade
3.1. “Empreendedor de si”: a empresa interior
No neoliberalismo, o trabalhador é reconfigurado como empreendedor de si: cada indivíduo deve gerir a própria vida como um portfólio — produtividade, reputação, networking, autocuidado, branding, atualização constante. (HAN, 2018). Esse deslocamento é central porque dissolve fronteiras: trabalho e lazer, público e privado, identidade e mercadoria.
O resultado é uma subjetividade que não se percebe “subjugada”; percebe-se protagonista. Mas o comando não desaparece — ele internaliza-se. A exploração torna-se mais eficiente quando o explorado sente que escolheu o próprio regime de pressão. (HAN, 2018).
3.2. Autoexploração, esgotamento e depressão como sintomas políticos
Han conecta esse modelo àquilo que já havia analisado em Sociedade do cansaço: o excesso de positividade (poder fazer, poder produzir, poder performar) gera exaustão, burnout, depressão. (HAN, 2015). Não é apenas questão clínica; é política: quando a energia social é capturada pela auto-otimização, sobra menos espaço para ação coletiva.
Nesse ponto, a referência a Hegel (dialética senhor–escravo) aparece reconfigurada: no sujeito neoliberal, senhor e escravo habitam o mesmo interior — a voz que manda e a voz que obedece são do mesmo “eu”. (HEGEL, 1807). E o conflito de classes tende a ser metabolizado como culpa individual, como se a precariedade fosse falha pessoal e não estrutura. O diagnóstico também dialoga com Marx: se não há um “outro” claramente localizado como explorador, a revolta perde alvo e forma. (MARX, 1867).
4. Poder inteligente e ditadura da positividade
4.1. Proibição vs. incentivo: a eficácia do “sim”
O poder disciplinar clássico opera negativamente: proíbe, pune, enquadra. (FOUCAULT, 1975). A psicopolítica opera positivamente: incentiva, engaja, seduz, gamifica. (HAN, 2018). É o poder que não diz “cale-se”, mas diz: “fale”, “mostre”, “conte”, “opine”, “poste”.
Essa inversão é decisiva na era digital: a exposição voluntária gera dados, e os dados retroalimentam mecanismos de influência. A vigilância torna-se “amigável” porque se traveste de sociabilidade.
4.2. “Curtir”, reputação e a economia moral do engajamento
A lógica do “curtir” não é inocente: ela transforma reconhecimento em métrica e sociabilidade em ranking. (HAN, 2018). Na política, isso se converte em incentivo estrutural ao conteúdo de alto impacto emocional, baixa complexidade e alta capacidade de circulação: indignação, escárnio, medo, ressentimento, messianismo.
É aqui que o debate com George Orwell fica fértil. Em 1984, o controle é brutal, explícito, repressivo. (ORWELL, 1949). Na psicopolítica, o “Grande Irmão” não precisa torturar: basta organizar o ambiente para que a própria população produza conteúdo, vigie a si mesma e se entregue por prazer, pertencimento e aprovação. (HAN, 2018).
4.3. Capitalismo da emoção e política afetiva
Han dialoga criticamente com Eva Illouz, que analisou a mercantilização da vida íntima e a centralidade da emoção no capitalismo contemporâneo. (ILLOUZ, 2007). O ponto de Han é que emoções, por serem rápidas, performativas e contagiosas, tornam-se matéria-prima ideal para mercados e plataformas. (HAN, 2018). Em campanha eleitoral, isso significa: narrativas não competem apenas por “verdade”, competem por adesão afetiva.
5. Big Data, pan-óptico digital e ban-óptico
5.1. Do panóptico de Bentham ao panóptico participativo
O panóptico, em Jeremy Bentham, é o modelo clássico: poucos observam muitos; a possibilidade de ser visto disciplina condutas. (BENTHAM, 1791). Han afirma que o panóptico digital é mais eficiente porque é participativo: as pessoas não são isoladas — elas se conectam, e nessa conexão se expõem, se classificam, se rastreiam e se policiam. (HAN, 2018).
5.2. O “inconsciente digital” e a predição de condutas
Com Big Data, a promessa não é apenas observar; é prever. Han critica o “dataísmo” (associado à tese do “fim da teoria”, popularizada por Chris Anderson) ao sugerir que correlações massivas seriam suficientes para governar decisões sem compreensão. (ANDERSON, 2008). A consequência política é forte: se o futuro pode ser antecipado por padrões, abre-se espaço para intervenções antes mesmo que o sujeito formule conscientemente suas motivações. (HAN, 2018).
Esse ponto ecoa Walter Benjamin: a técnica revela camadas invisíveis da percepção (o “inconsciente óptico”), e a modernidade organiza experiência e desejo por dispositivos. (BENJAMIN, 1936). Han desloca essa ideia para um “inconsciente digital”: não o que o sujeito diz, mas o que seus rastros indicam.
5.3. Classificação, exclusão e descartabilidade social
O controle não é apenas vigilância; é triagem. Han usa a ideia do ban-óptico: sistemas que não apenas observam, mas excluem silenciosamente — negam crédito, reduzem alcance, bloqueiam acesso, classificam como “não valioso”. (HAN, 2018). Em sociedades profundamente desiguais, como a brasileira, esse ponto é explosivo: a psicopolítica tende a naturalizar a exclusão como “score”, “risco”, “perfil”, “merecimento”.
6. Brasil, 2026: a psicopolítica em ano eleitoral
6.1. O que está em disputa: cargos, calendário e o “tempo da campanha”
As eleições gerais de 2026 colocam em disputa Presidência da República, governos estaduais, Senado, Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e Câmara Legislativa do DF.
O primeiro turno está marcado para 4 de outubro de 2026, e o prazo para tirar ou regularizar o título se encerra em 6 de maio; a propaganda geral de campanha tem marcos formais, e a mobilização se intensifica a partir de 16 de agosto (início do período de campanha, após o registro de candidaturas).
Essas datas dizem mais do que parece: o “tempo oficial” da campanha convive com a pré-campanha permanente em redes, em que reputação, audiência e polarização são construídas muito antes do calendário jurídico. A psicopolítica prospera nessa fricção entre regra e plataforma: a lei tenta enquadrar atos; o ambiente digital dissolve fronteiras.
6.2. Pré-campanha permanente e a governança por plataformas
O Brasil já chega a 2026 com uma experiência acumulada de política digital intensa: WhatsApp, Instagram, YouTube, TikTok e Telegram operam como infraestruturas de circulação de narrativas e afetos. A psicopolítica aparece aqui como “governo por engajamento”: a relevância política passa a ser medida por métricas de atenção, não por densidade programática.
Em ambiente de controle, no sentido deleuziano, a modulação é contínua: recortes de vídeo, frases de efeito, “reacts”, cortes virais, lives, memes e polarização constroem uma máquina de presença. (DELEUZE, 1992). Não é um fenômeno de um campo ideológico apenas; é uma racionalidade do meio.
6.3. IA generativa, deepfakes e disputa regulatória
Em 2024, o TSE aprovou mudanças na regulamentação de propaganda eleitoral, incluindo proibição de deepfakes e obrigatoriedade de aviso quando houver uso de IA na produção ou manipulação de conteúdo eleitoral.
A agenda permanece viva em 2026: o TSE tem discutido atualização normativa e responsabilidade de plataformas, com minutas e audiências públicas sobre regras, inclusive sobre remoção de conteúdo digital com ataques ao processo eleitoral.
Além disso, há debate legislativo e institucional sobre regulação de IA no país — com projetos e textos discutidos no Congresso e no Executivo.
O ponto psicopolítico não é apenas “risco tecnológico”, mas o modo como IA amplia a governança da percepção:
- barateia propaganda personalizada,
- industrializa desinformação verossímil,
- multiplica perfis e conteúdos,
- otimiza teste A/B de mensagens,
- estimula campanhas como operação de growth.
Quando a política vira laboratório de persuasão automatizada, o eleitor tende a ser tratado como “usuário” — alguém a ser retido, conduzido e convertido.
6.4. A direita bolsonarista e a psicopolítica do pertencimento
A disputa presidencial de 2026, segundo reportagens internacionais, inclui a movimentação de Flávio Bolsonaro como candidato, com peso simbólico do capital político do bolsonarismo após os eventos pós-2022.
Pesquisas divulgadas no início de 2026 apontam cenários com Lula e Flávio Bolsonaro e a presença de nomes como Tarcísio de Freitas em simulações.
Independentemente de preferências, a questão analítica é: o bolsonarismo se mostrou altamente compatível com a gramática psicopolítica das plataformas — estética de choque, narrativa moral, inimigos simbólicos, identidade de grupo e política como guerra cultural. Isso casa com a “ditadura da positividade” de um jeito paradoxal: enquanto o discurso pode ser agressivo, o mecanismo de adesão é o da comunidade, do reconhecimento e do pertencimento emocional, recompensado por métricas.
A psicopolítica aqui opera em duas camadas:
- camada afetiva: medo, indignação, ressentimento, orgulho;
- camada performativa: sinalização pública constante (postar, compartilhar, “marcar posição”), como prova de fidelidade.
Em termos hanianos, é a captura do sujeito pela comunicação incessante: falar vira obrigação moral; calar vira suspeita. (HAN, 2018).
6.5. O governo e a psicopolítica do “marketing de entrega”
Também há psicopolítica quando governos tentam converter política pública em campanha permanente, substituindo conflito democrático por comunicação otimizada. Nessa lógica, o cidadão não é sujeito político; é consumidor de “entregas”. A transparência vira vitrine; a política vira dashboard; a complexidade institucional vira slogan.
O risco, do ponto de vista democrático, é duplo:
- redução do debate a métricas e recortes;
- infantilização do espaço público (tudo precisa ser rápido, emocional, simples).
A eleição de 2026, portanto, tende a intensificar uma disputa não apenas de propostas, mas de regimes de atenção: quem controla o “humor” controla a pauta; quem controla a pauta controla o imaginário.
6.6. O eleitor como “usuário”: atenção, medo, ressentimento e pertencimento
Han insiste que o neoliberalismo substitui o sujeito político pelo sujeito empresarial. (HAN, 2018). No Brasil de 2026, essa tese ganha forma concreta quando:
- campanhas tratam o eleitor como segmento;
- redes tratam o cidadão como tráfego;
- a esfera pública vira uma arena de “conteúdo” e não de deliberação.
E aqui aparece uma analogia útil: o eleitor vira timeline. Se algo não “rende”, não existe. Se algo é complexo, perde alcance. Se algo é ambivalente, é punido. A psicopolítica não precisa censurar — basta rebaixar o que não performa. O ban-óptico não precisa proibir debate; basta tornar invisível o que não se encaixa na economia do engajamento. (HAN, 2018).
7. Resistir sem romantizar: o “idiota” e a reabilitação da negatividade
7.1. Silêncio, demora, opacidade e direito ao não-performar
Han recupera, via Deleuze, a figura do “idiota” (idiotes): o particular, o privado, aquele que não se integra ao consenso automático e recusa a coação da comunicação constante. (HAN, 2018; DELEUZE, 1992). Não é anti-intelectualismo; é o gesto de abrir espaço para negatividade: silêncio, pausa, hesitação, ambivalência.
Em ano eleitoral, isso é quase subversivo: não reagir imediatamente, não compartilhar por impulso, não viver como terminal de repasse. É uma ética mínima contra a colonização algorítmica da atenção.
7.2. Alfabetização midiática e higiene informacional como ética pública
A resistência mais efetiva, num regime psicopolítico, não é “sair do mundo”, mas reconstruir critérios de realidade:
- checagem antes do compartilhamento;
- desconfiança metodológica de conteúdos “perfeitos demais”;
- compreensão de incentivos econômicos por trás de viralizações;
- valorização de instituições de verificação e jornalismo profissional;
- demanda por transparência procedimental (como algo foi produzido, por quem, com quais interesses).
O próprio debate institucional sobre IA e desinformação nas eleições reconhece que 2026 exigirá atenção redobrada.
8. Conclusão: democracia sob otimização — quando governar vira gerir psique
A psicopolítica descreve uma forma de poder altamente adaptada ao neoliberalismo digital: não precisa negar liberdade; ela a instrumentaliza. Não precisa calar; ela estimula fala infinita. Não precisa reprimir; ela seduz, gamifica, classifica, prediz. (HAN, 2018). Em 2026, ano de eleição presidencial no Brasil, esse diagnóstico encontra um terreno especialmente fértil: campanha permanente, plataformas como arenas políticas, IA generativa como acelerador de persuasão, e uma esfera pública tensionada entre regulação institucional e lógica do engajamento.
O risco maior não é apenas a mentira; é a substituição da política pela psicotécnica — quando a disputa democrática deixa de ser confronto de projetos e vira administração de emoções, impulsos e identidades. Nesse cenário, o cidadão tende a ser reconfigurado como consumidor de narrativas, e a democracia, como competição de otimização comunicacional. A pergunta decisiva para 2026 não é só “quem vence?”, mas “o que se perde quando vencer significa capturar psique — e não convencer pela razão pública?”. Se a psicopolítica triunfa plenamente, a eleição continua existindo como rito; o que definha é o espaço interno que permite à sociedade pensar contra si mesma, discordar sem ódio e deliberar sem virar mercadoria.
5 pontos relevantes deste artigo
- Psicopolítica é poder por liberdade: o controle mais eficiente é aquele que se apresenta como autonomia. (HAN, 2018).
- A política vira disputa por atenção: “curtir” e engajamento reordenam o que aparece como relevante. (HAN, 2018).
- Big Data não só vigia — prevê: a predição desloca a política da persuasão para a modulação de condutas. (ANDERSON, 2008; HAN, 2018).
- 2026 intensifica a pré-campanha permanente: calendário jurídico convive com campanha digital contínua.
- A resistência exige negatividade: silêncio, pausa e recusa do consenso automático são atos políticos contra a coação comunicacional. (HAN, 2018; DELEUZE, 1992).
3 livros recomendados sobre o tema (em português)
- HAN, Byung-Chul. Psicopolítica: o neoliberalismo e as novas técnicas de poder. Belo Horizonte: Âyiné, 2018.
- ZUBOFF, Shoshana. A era do capitalismo de vigilância. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2020.
- HAN, Byung-Chul. No enxame: perspectivas do digital. Petrópolis: Vozes, 2018.
Referências
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ANDERSON, Chris. The End of Theory: The Data Deluge Makes the Scientific Method Obsolete. Wired, 23 jun. 2008. Disponível em: https://www.wired.com/2008/06/pb-theory/. Acesso em: 2 fev. 2026.
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TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ (BRASIL). Eleições 2026: conheça os cargos em disputa neste ano. TRE-PR, jan. 2026. Disponível em: https://www.tre-pr.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Janeiro/eleicoes-2026-conheca-os-cargos-em-disputa-neste-ano. Acesso em: 2 fev. 2026.
ZUBOFF, Shoshana. A era do capitalismo de vigilância. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2021. Disponível em: https://books.google.com/books/about/A_era_do_capitalismo_de_vigil%C3%A2ncia.html?id=CAQVEAAAQBAJ. Acesso em: 2 fev. 2026.
AGÊNCIA BRASIL (EBC). TSE propõe novas regras e recebe sugestões sobre eleições de 2026. Agência Brasil, 20 jan. 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-01/tse-propoe-novas-regras-e-recebe-sugestoes-sobre-eleicoes-de-2026. Acesso em: 2 fev. 2026.
AGÊNCIA BRASIL (EBC). TSE recebe até esta sexta sugestões para regras das eleições 2026. Agência Brasil, 30 jan. 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/tse-recebe-ate-esta-sexta-sugestoes-para-regras-das-eleicoes-2026. Acesso em: 2 fev. 2026.
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