terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Quando o CRAS fecha cedo e o pastor atende até tarde: O Estado some na ponta, a igreja aparece — e a política aprende a transformar acolhimento em cabresto moral.

Na mesma semana em que o gás subiu e o aluguel venceu, uma mãe saiu do CRAS com um papel e uma fila na cabeça. No fim do dia, ela entrou numa igreja do bairro. Não foi por ideologia. Foi porque ali alguém perguntou o nome dela, orou com ela, indicou uma vaga de faxina, ajudou com uma cesta básica e ainda arrumou um “padrinho” pra criança no grupo da comunidade. Quando chega a eleição, a cobrança não vem em forma de boleto. Vem em forma de “gratidão”.



Introdução

Quem mora longe do centro e vive de salário apertado já viu essa cena: o Estado existe no site, no discurso e no formulário, mas some quando a vida aperta. O posto de saúde te manda voltar outro dia. A escola tem professor faltando e merenda irregular. O ônibus demora. A vaga em creche vira loteria. O atendimento do CRAS até tenta, mas tem equipe pequena, demanda grande e regra pra todo lado. O resultado é simples: a urgência não espera a burocracia.


E é nesse vácuo que a igreja, especialmente muitas igrejas evangélicas de bairro, vira o que dá pra ser: rede de socorro rápido. Não é “mistério sociológico”; é logística. É território. É presença. O Brasil tem milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade registradas em políticas sociais e uma rede pública que, mesmo quando funciona, não dá conta de responder na velocidade que a miséria cobra. O Cadastro Único, por exemplo, somava mais de 41,1 milhões de famílias e 94,6 milhões de pessoas (base de dezembro de 2024), o que dá a dimensão do tamanho da fila social no país (Brasil, 2025). 


Ao mesmo tempo, o Brasil está mudando de perfil religioso. O Censo 2022 mostrou católicos em queda e evangélicos em alta: católicos passaram de 65,1% (2010) para 56,7% (2022) e evangélicos de 21,6% para 26,9% (47,4 milhões) entre pessoas de 10 anos ou mais (IBGE, 2025).  Ou seja: não é um grupo “periférico”. É um pedaço grande do país.


Objetivo explícito deste artigo: mostrar como o acolhimento real produzido por igrejas — quando o Estado falha na ponta — pode ser convertido em controle político, especialmente por uma direita radical que opera com linguagem de guerra moral, e por que isso tem tudo a ver com neoliberalismo “na prática”, não como palavra de faculdade.


Metodologia (no sentido jornalístico-científico): análise crítica com base em (a) dados públicos do IBGE sobre religião; (b) documentos e indicadores do MDS/SUAS e Bolsa Família; (c) literatura acadêmica sobre evangélicos, conservadorismo e voto; e (d) reportagens e notas oficiais sobre investigações envolvendo estruturas religiosas e esquemas financeiros, tratando esses casos como alegações e apurações, não como sentença (IBGE, 2012; IBGE, 2025; Brasil, 2026a; Ferreira; Fuks, 2021; Almeida, 2017; Almeida, 2020; Brasil, 2022). 


O ponto central não é atacar fé, nem fingir neutralidade. A posição aqui é clara: quando o Estado terceiriza a proteção social na prática, ele entrega o voto e a consciência política de parte da população para quem ocupa o território — e isso abre espaço para clientelismo religioso, moralização da pobreza e captura eleitoral travestida de “cuidado”.



O que “neoliberal” significa quando você está com fome


Tem gente que ouve “neoliberalismo” e pensa num debate distante. Só que o neoliberalismo, na vida comum, aparece assim:

  • a diarista sem carteira assinada que adoece e perde o mês inteiro;
  • o entregador do iFood que cai da moto e fica sem renda;
  • a balconista que é demitida e vira MEI “porque é o que tem”;
  • a mãe que precisa de creche pra trabalhar e descobre que “não tem vaga”.


Isso é neoliberalismo em versão sem tese: risco individualizado. Quando dá errado, a culpa cai no colo da pessoa: “não se esforçou”, “não teve fé”, “não teve disciplina”, “não soube empreender”. Não é por acaso que a linguagem do “empreendedor de si mesmo” conversa tão bem com certas pregações de prosperidade: o mundo vira prova individual, e o fracasso vira pecado disfarçado de falta de mérito.


Esse casamento entre moral e economia tem consequências políticas. Uma parte relevante das igrejas — não todas, e isso precisa ser dito — acaba funcionando como agência de gestão do sofrimento: disciplina comportamento, organiza rede de ajuda, oferece sentido, promete recompensa. Isso pode ser acolhimento legítimo. Mas também pode virar instrumento de controle quando se mistura com poder, dinheiro e voto.



O Estado na ponta: existe, mas chega atrasado


A assistência social brasileira tem estrutura e história. O CRAS é reconhecido como porta de entrada do SUAS e atua em territórios vulneráveis (Brasil, 2019).  Só que estrutura não é sinônimo de presença suficiente.


Imagine um bairro periférico numa cidade média de Goiás, Minas ou Bahia. O CRAS atende uma área enorme. A equipe está sobrecarregada. A família chega com um problema real: falta comida, falta gás, falta fralda. O atendimento formal muitas vezes vai por etapas, encaminhamentos, critérios. E aí entra a diferença entre Estado e igreja:

  • O Estado pede documento.
  • A igreja pede o nome.


O Estado precisa de regra pública, e isso é importante para não virar favoritismo. Mas quando o serviço não consegue responder rápido, o espaço do “socorro imediato” é ocupado por quem está ali no território — e a igreja está.


Não é teoria: o próprio Bolsa Família, em fevereiro de 2026, atendia 18,84 milhões de famílias, com benefício médio de R$ 690,01 e mais de 49,32 milhões de pessoas beneficiadas (Brasil, 2026a).  Isso mostra o tamanho do esforço, mas também o tamanho da dependência social. Onde o benefício não chega, atrasa, ou não resolve a urgência do mês, entra a “rede do bairro”: parente, vizinho, igreja.



A igreja como “INSS informal”, “CRAS informal” e “RH informal”


O que acontece dentro de muitas igrejas de periferia tem um lado muito concreto.


No trabalho: alguém sabe de uma faxina, de um bico na obra, de um serviço de pintura, de um turno na padaria. A recomendação vira moeda. O “irmão” indica o “irmão”.

Na escola: a professora ouve da mãe que “o menino tá difícil”, e alguém da igreja oferece reforço, disciplina, “grupo de jovens”, rotina.

No serviço público: alguém ensina a mexer no aplicativo, a entrar no Gov.br, a pegar senha, a “fazer o cadastro”.

Na rotina urbana: quando o ônibus atrasa e a pessoa perde a entrevista, a igreja vira lugar onde ela explica a vergonha sem ser humilhada.


Isso cria um tipo de capital social muito forte: pertencimento + utilidade. Não é só “fé”; é rede. E rede, no Brasil, vale mais do que discurso. Se você é motorista de aplicativo e um irmão te empresta dinheiro pra consertar o carro, isso não é “debate”, é sobrevivência.


A consequência política é direta: o voto passa a ser visto como extensão da lealdade comunitária. Não é sempre explícito, não é sempre “cabresto”. Muitas vezes é só psicológico: “como eu vou votar contra quem me sustentou quando eu precisei?”



A virada: quando acolhimento vira captura eleitoral


Aqui entra a parte que incomoda: o acolhimento pode virar mecanismo de controle.


Não é preciso uma ordem direta do pastor dizendo “vote em X” pra produzir efeito. Às vezes basta:

  • sermão repetido sobre “inimigos da família”;
  • vídeo compartilhado no WhatsApp da igreja;
  • testemunho que associa “vitória” a um lado político;
  • medo moral (“vão fechar igrejas”, “vão destruir seus filhos”, “vão proibir Bíblia”).


Isso funciona porque o vínculo já está construído. A política entra como “proteção do grupo”. E essa lógica é muito eficiente em contextos de insegurança social.


A literatura acadêmica tem mostrado, por exemplo, como o hábito de frequentar cultos pode operar como mecanismo de mobilização eleitoral. Ferreira e Fuks (2021), analisando o voto evangélico em 2018, discutem a relação entre presença religiosa e mobilização política (Ferreira; Fuks, 2021). 


E quando se olha para o comportamento político de setores evangélicos à direita, pesquisas como as de Almeida (2017; 2020) ajudam a entender a articulação entre conservadorismo e dinâmica política contemporânea, sem reduzir tudo a caricatura (Almeida, 2017; Almeida, 2020). 


O truque da guerra moral: transformar política pública em briga de céu e inferno


Agora vamos ao ponto do seu texto anterior — com exemplos do Brasil real.


Uma coisa é discordar sobre imposto, orçamento, segurança, escola, saúde. Outra coisa é dizer que o outro lado é “o mal”. Quando isso acontece, o debate vira guerra. E guerra tem regra simples: quem pensa vira suspeito.


Isso aparece na vida comum assim:

  • A agente comunitária fala de vacina e já tem alguém dizendo que é “coisa do sistema”.
  • A escola discute bullying e aparece alguém gritando “ideologia”.
  • O posto de saúde faz campanha de prevenção e o assunto vira “ataque à família”.


A política deixa de ser decisão e vira identidade. E identidade, quando vira escudo moral, é quase impossível de negociar.



“Diabólico” e “simpático” sem papo acadêmico: separar vs. sentir junto


A analogia que você propôs é boa porque ela descreve uma operação.


“Simpático” vem de syn/sym (“junto”) + pathos (“sentir”). É “sentir junto”, “sofrer junto” (Origem da Palavra, 2010). 


Na prática brasileira, isso é:

  • a visita quando alguém perde emprego;
  • a vaquinha pra remédio;
  • o irmão que leva de moto no hospital;
  • a comunidade que faz comida pra família enlutada.


Isso é laço. Isso é “junto”.


Já “diabólico”, pela etimologia, remete a diaballein: “lançar através”, “acusar”, “colocar intriga”, “jogar discórdia no meio” (Origem da Palavra, s.d.). 


Na prática brasileira, isso é:

  • transformar vizinho em inimigo por voto;
  • chamar professor de “doutrinador” pra evitar que a escola eduque;
  • chamar política social de “vagabundagem” pra culpar pobre por ser pobre;
  • dizer que quem discorda é “do mal”.


O “diabólico” não é só “o mal” como fantasia. É a técnica de separar pessoas que poderiam cooperar, usando suspeita e acusação. É a política como máquina de divisão.


E aqui está o golpe mais eficiente: usar o simpático (acolhimento real) como porta de entrada para o diabólico (divisão moral). Primeiro a comunidade te abraça. Depois ela te dá um inimigo. E aí o voto vira defesa do grupo, não escolha racional.



A extrema direita e a fragilidade emocional: por que isso “cola”


Não é preciso chamar ninguém de “burro” pra entender. Pelo contrário: a lógica funciona justamente porque ela se encaixa em necessidades reais.


  • Quem vive inseguro quer uma ordem simples.
  • Quem vive humilhado quer um lugar onde é respeitado.
  • Quem vive com medo quer um culpado claro.


A extrema direita oferece isso embalado como moral: “bem x mal”, “família x ameaça”, “Deus x inimigos”. É uma linguagem de clareza forçada. Parece que resolve. Só que ela resolve destruindo o espaço onde o país poderia discutir problema sério sem se matar de ódio.


Almeida (2017) descreve como parte do campo evangélico se articula com conservadorismo em conjunturas recentes, e isso ajuda a entender por que essa linguagem vira força política (Almeida, 2017). 



“Lavagem de dinheiro” e igreja: cuidado com a frase — e cuidado com o fato


Dizer “a igreja lava dinheiro” como se fosse regra é erro e injustiça. Tem igreja pequena que vive de oferta humilde e faz trabalho sério. Só que também é verdade que há casos investigados em que estruturas religiosas aparecem como parte de esquemas.


Isso não é opinião; há registro de operações e apurações. Em 2022, por exemplo, o Ministério da Justiça divulgou apoio a operação para desarticular esquema de pirâmide financeira chamado “Mercadores do Templo”, com movimentação de dezenas de milhões (Brasil, 2022). 


E há reportagens recentes apontando investigações e suspeitas envolvendo igrejas e movimentações sob análise de órgãos de controle em casos como o debate público sobre fraudes/entidades investigadas, com menções a COAF/CGU e CPMI em noticiário (CartaCapital, 2026; Brasil de Fato, 2026). 


O ponto não é generalizar. O ponto é este: qualquer setor que movimenta muito dinheiro, opera com doação, e tem baixa transparência pode virar alvo ou instrumento de crime. Isso vale para igreja, ONG, empresa, sindicato, associação. A diferença é que, quando a instituição tem autoridade moral sobre a comunidade, o dano é duplo: perde-se dinheiro e perde-se a capacidade de crítica interna. E aí a fé vira blindagem.



O que isso tem a ver com neoliberalismo, de novo?


Aqui está a tese que eu defendo sem rodeio: a política neoliberal enfraquece o Estado na ponta e fortalece intermediários territoriais — e esses intermediários podem virar máquinas políticas.


Quando o Estado falha, não nasce “liberdade”. Nasce dependência. E dependência não é abstrata:

  • Dependência do favor do vereador pra conseguir exame.
  • Dependência do padrinho político pra arrumar vaga.
  • Dependência do pastor pra ter rede.
  • Dependência do “irmão empresário” pra ter bico.


Neoliberalismo, aqui, não é só “privatizar”. É trocar direito por favor.


Direito é impessoal: você tem porque é cidadão. Favor é pessoal: você tem porque “tem alguém”. E quando o favor domina a vida, a democracia vira mercado de lealdades.


A crítica que vem na hora — e a resposta


Crítica provável: “Mas a igreja só está fazendo o que o Estado não faz. Vai culpar quem ajuda?”


Resposta: não. Culpar quem ajuda é fácil e inútil. O que precisa ser dito é outra coisa: quando o Estado falha de forma crônica, ele cria as condições para que a ajuda vire poder. E poder, quando não tem controle, vira abuso.


A rede de acolhimento não é o problema. O problema é quando essa rede é usada para:

  • transformar voto em obrigação moral;
  • perseguir dissidente interno (“quem discorda está em pecado”);
  • produzir pânico moral para capturar política pública;
  • blindar finanças e lideranças da fiscalização comum.


A solução não é “acabar com igreja” — isso é fantasia. A solução é reforçar o Estado na ponta e proteger a esfera pública para que nenhuma instituição — religiosa, empresarial, sindical — tenha monopólio do socorro e do sentido.



O que seria “inovador” aqui sem palavra bonita


“Inovador”, na prática, não é slogan. É medida concreta que muda o jogo. Três exemplos bem pé no chão:

Transparência obrigatória e simples para entidades que recebem isenções e operam grande volume de doações.

Nada de caça às bruxas: é regra de contabilidade e auditoria. Se uma entidade tem benefícios tributários e movimenta milhões, tem que prestar contas em padrão claro.


Regra eleitoral aplicada de verdade dentro de templos.

Não é censura religiosa. É impedir campanha disfarçada de culto, com fiscalização isonômica.


Estado presente onde dói: CRAS fortalecido, saúde básica funcionando, escola com rotina.

A pessoa não pode depender de “padrinho” para sobreviver. Isso não é romantismo: é política pública básica. O CRAS é porta de entrada do SUAS, mas precisa de equipe e estrutura para não ser só “porta” sem corredor (Brasil, 2019). 


Isso “transforma” o quê, concretamente? Transforma o voto de “gratidão forçada” em decisão. Porque quem tem direito garantido consegue discordar sem medo de perder o chão.



Conclusão


A igreja acolhe porque está perto, porque fala a língua do bairro e porque aparece quando o Estado vira protocolo. Isso é real e não some com discurso. O que não dá é fingir que esse acolhimento não pode ser convertido em controle político quando entra a gramática do “bem contra o mal” e o voto vira prova de fidelidade. Se a república quer menos cabresto moral e menos guerra no WhatsApp, o caminho é chato e direto: serviço público na ponta, regra eleitoral aplicada, transparência financeira e menos romantização de “salvador”.


Se alguém ainda acha exagero, a pergunta é simples: você prefere depender de um direito — ou de um favor?


Referências


ALMEIDA, Ronaldo de. A onda quebrada: evangélicos e conservadorismo. cadernos pagu, n. 50, 2017. Disponível em: https://biblat.unam.mx/hevila/CadernosPagu/2017/no50/2.pdf. Acesso em: 24 fev. 2026. 


ALMEIDA, Ronaldo de. Evangélicos à direita. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ha/a/QMLCv3b6fv6kGDfb86CgJ3J/. Acesso em: 24 fev. 2026. 


BRASIL. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. Brasília, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/suas/unidades-de-atendimento/centro-de-referencia-de-assistencia-social-cras. Acesso em: 24 fev. 2026. 


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BRASIL. Ministério da Justiça e Segurança Pública. Esquema de pirâmide financeira é desarticulado com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Brasília, 6 maio 2022. Disponível em: https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/esquema-de-piramide-financeira-e-desarticulado-com-apoio-do-ministerio-da-justica-e-seguranca-publica-1. Acesso em: 24 fev. 2026. 


BRASIL. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Plano de monitoramento da qualidade da gestão do Cadastro Único. Brasília, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/noticias-e-conteudos/publicacoes/cidadania/Plano_de_Monitoramento_da_Qualidade_da_Gestao_do_Cadastro_Unico.pdf. Acesso em: 24 fev. 2026. 


BRASIL DE FATO. R$ 1,5 mi em desvios: quem são os pastores suspeitos de ter ligação com a fraude no INSS. Brasília, 23 jan. 2026. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2026/01/23/r-15-mi-em-desvios-quem-sao-os-pastores-suspeitos-de-ter-ligacao-com-a-fraude-no-inss/. Acesso em: 24 fev. 2026. 


CARTACAPITAL. Pressionada por Malafaia, Damares divulga lista de igrejas e pastores sob investigação na CPMI do INSS. São Paulo, 15 jan. 2026. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/justica/pressionada-por-malafaia-damares-divulga-lista-de-igrejas-e-pastores-sob-investigacao-na-cpmi-do-inss-leia/. Acesso em: 24 fev. 2026. 


FERREIRA, Marina Guimarães Mello; FUKS, Mário. O hábito de frequentar cultos como mecanismo de mobilização eleitoral: o voto evangélico em Bolsonaro em 2018. Revista Brasileira de Ciência Política, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbcpol/a/fWvcZ49qvhjrpB9dNBK6sxB/. Acesso em: 24 fev. 2026. 


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