O discurso de Flávio Bolsonaro no CPAC 2026 e a reação de Lula à taxação dos EUA recolocam no centro da política brasileira uma velha linha de fratura: autonomia nacional ou dependência consentida?
Introdução
A frase “Em quem votar? No que entrega o Brasil para os gringos ou para quem defende a soberania brasileira?” parece simples, mas carrega uma das disputas mais antigas da história política nacional: a tensão entre autonomia e subordinação, entre um projeto de país que decide por si e outro que busca, fora de suas fronteiras, validação, proteção ou comando.
No debate público, a palavra soberania costuma ser usada como senha emocional. Ela aparece em palanques, discursos patrióticos, lives, comícios e slogans. Mas soberania, no plano político real, não é só um enunciado inflamado. Ela se mede nos momentos de crise. Ela se revela quando um país é pressionado externamente e precisa decidir se reage como sujeito ou se se acomoda como dependente. No caso brasileiro recente, dois episódios ajudam a iluminar esse contraste: de um lado, a reação de Luiz Inácio Lula da Silva à ofensiva tarifária dos Estados Unidos em 2025; de outro, a fala de Flávio Bolsonaro no CPAC 2026, nos Estados Unidos, pedindo monitoramento e pressão internacional sobre o Brasil (Brasil, 1988; Brasil, 2025a; Reuters, 2026a).
A comparação entre esses dois movimentos políticos não é episódica. Ela toca numa camada histórica mais profunda. O que está em jogo não é apenas uma divergência entre Lula e Flávio Bolsonaro, mas duas concepções distintas de inserção internacional do Brasil. Uma concepção compreende a soberania como capacidade nacional de decidir sem tutela. A outra a invoca no plano simbólico, mas admite, na prática, a mediação ou a chancela externa quando isso interessa ao próprio campo político.
É nesse ponto que a frase inicial precisa ser levada a sério. Não como slogan, mas como problema analítico. Afinal, quem realmente “entrega o Brasil para os gringos”? E quem, nos fatos, se move em defesa da soberania brasileira?
1. O que significa soberania na tradição política brasileira
Antes de entrar no embate contemporâneo, é preciso limpar o terreno conceitual. No caso brasileiro, soberania não significa isolamento, xenofobia ou hostilidade sistemática ao exterior. A tradição diplomática do país foi construída sobre outro eixo: participação internacional com preservação da autonomia decisória. Em outras palavras, o Brasil historicamente buscou negociar, cooperar, comerciar e atuar no mundo sem abrir mão da prerrogativa de decidir segundo seus próprios interesses nacionais (Muñoz, 2023).
Essa lógica aparece de forma explícita no artigo 4º da Constituição de 1988, que estabelece como princípios das relações internacionais do Brasil a independência nacional, a autodeterminação dos povos e a não intervenção (Brasil, 1988). Não se trata de um detalhe jurídico ornamental. Trata-se de uma espécie de bússola normativa: a soberania brasileira não é uma abstração romântica, mas um princípio constitucional.
Essa tradição também dialoga com a longa formação histórica da política externa brasileira. A literatura especializada mostra que a noção de autonomia atravessa a experiência diplomática nacional em diferentes períodos, ainda que com sentidos diversos. Em certos momentos, ela foi pensada em chave de aproximação estratégica com potências; em outros, como afirmação de desenvolvimento nacional e margem de manobra diante dos centros de poder. O conceito, portanto, sempre foi disputado — e continua sendo (Muñoz, 2023).
Mesmo antes da Constituição de 1988, a política internacional brasileira já era marcada por esse esforço de construção de prestígio e autonomia. A atuação de Rio Branco, por exemplo, ajudou a consolidar a ideia de que a inserção externa do Brasil deveria combinar cálculo diplomático, defesa de interesses permanentes e afirmação estatal. Não se tratava de servilismo, mas de estratégia. Não se tratava de submissão, mas de posicionamento (Bueno, 2012).
Esse ponto é decisivo: na tradição brasileira, soberania não é grito. É método. Não é performance. É capacidade institucional.
2. A velha tentação do alinhamento subordinado
A história brasileira, porém, nunca foi linear. Ao lado da tradição autonomista, sempre existiu outra pulsão: a do alinhamento subordinado. Em momentos distintos, setores das elites políticas brasileiras enxergaram a proximidade com grandes potências — especialmente os Estados Unidos — não como cooperação estratégica entre Estados soberanos, mas como forma de pertencimento civilizacional, proteção ideológica ou atalho para reconhecimento.
É justamente aí que o bolsonarismo se insere com nitidez. Desde o início do governo Jair Bolsonaro, a relação com Donald Trump foi apresentada como algo mais do que diplomacia. Ela assumiu contornos de afinidade identitária, quase de espelhamento político. Em março de 2019, na visita de Bolsonaro à Casa Branca, a Reuters registrou que Trump e Bolsonaro consolidaram um vínculo baseado em sua política conservadora e populista compartilhada, enquanto o governo norte-americano oferecia mais apoio às ambições internacionais brasileiras (Reuters, 2019a).
Na mesma conjuntura, outra reportagem da Reuters mostrou Bolsonaro apresentando um Brasil “mudado” e mais amigável aos Estados Unidos, dentro de uma promessa explícita de realinhamento do país com Washington e com as chamadas economias avançadas (Reuters, 2019b). Não era apenas uma mudança diplomática; era uma inflexão ideológica de sentido profundo. O centro simbólico do alinhamento deixava de ser a defesa pragmática do interesse nacional e passava a ser a convergência política com o trumpismo.
Em 2020, essa relação ficou ainda mais explícita. Reuters registrou que Bolsonaro afirmou esperar a reeleição de Trump e o tratou como modelo político, reforçando paralelos entre suas agendas conservadoras (Reuters, 2020). Esse histórico importa porque o discurso de Flávio Bolsonaro no CPAC 2026 não caiu do céu. Ele é continuação de uma linhagem política que transformou a relação com os Estados Unidos, e em especial com a direita norte-americana, em um eixo de identidade.
Isso produz uma consequência relevante: o patriotismo bolsonarista tende a operar, muitas vezes, como nacionalismo performático combinado com dependência estratégica e simbólica. A pátria é exaltada no discurso, mas a validação buscada vem de fora.
3. O CPAC 2026 e a internacionalização do conflito brasileiro
Foi exatamente isso que reapareceu no CPAC 2026. A conferência conservadora, sediada nos Estados Unidos, tornou-se ao longo do tempo uma espécie de vitrine internacional da nova direita. Em 2026, Flávio Bolsonaro participou do evento e foi apresentado no noticiário internacional como nome central da disputa presidencial brasileira. A Reuters registrou o contexto político do encontro e situou Flávio como um dos protagonistas da corrida de 2026 (Reuters, 2026a).
Mas o aspecto mais importante não foi sua presença. Foi o conteúdo político da fala. Segundo a cobertura jornalística e o material repercutido à época, Flávio vinculou sua campanha ao ambiente ideológico do trumpismo, elogiou o segundo mandato de Donald Trump e afirmou, em síntese, que um “Bolsonaro 2.0” poderia ser melhor à luz da experiência acumulada. Essa fala, por si só, já mostrava uma filiação simbólica internacional. Não se tratava de mera cortesia diplomática. Era alinhamento político explícito (Reuters, 2026a).
O problema maior veio quando o senador apelou ao chamado “mundo livre” para acompanhar e exercer pressão diplomática em torno do processo político brasileiro. Nesse momento, a fala ultrapassou o terreno da solidariedade ideológica e entrou no campo da legitimação externa de um conflito interno. Quando um agente político brasileiro pede a potências estrangeiras ou a uma opinião pública internacional ideologicamente alinhada que monitore e pressione o Brasil em contexto eleitoral, ele faz algo mais sério do que denunciar adversários: ele desloca parte da disputa nacional para um espaço de tutela simbólica externa (Reuters, 2026a).
Isso é incompatível com a gramática clássica da soberania. Porque soberania, em qualquer tradição republicana minimamente consistente, significa que os conflitos institucionais de um país devem ser resolvidos por suas instituições, segundo sua ordem jurídica e no interior de sua comunidade política. Um apelo à pressão estrangeira pode até ser apresentado como defesa da democracia, mas, no plano concreto, ele abre espaço para a ideia de que o Brasil precisaria de mediação internacional para gerir seu próprio destino.
É aqui que a frase “quem entrega o Brasil para os gringos?” deixa de ser retórica e se transforma em questão objetiva. Ao pedir, no exterior, pressão externa sobre o Brasil, Flávio Bolsonaro enfraquece exatamente a fronteira que a soberania deveria proteger.
4. A crise tarifária de 2025 e a resposta de Lula
Se o episódio do CPAC expõe uma soberania terceirizada, a crise tarifária de 2025 mostrou o outro lado da equação.
Em julho de 2025, diante do anúncio de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos, o governo Lula reagiu com uma linguagem que articulou três elementos: contestação factual, resposta institucional e defesa explícita da soberania nacional. Na nota oficial do Planalto, o governo afirmou que o Brasil é um país soberano, com instituições independentes, e que não aceitaria ser tutelado por ninguém. Também registrou que o processo judicial sobre tentativa de golpe era competência exclusiva da Justiça brasileira e, portanto, não se submetia a ingerência externa (Brasil, 2025a).
A mesma nota contestou a justificativa econômica norte-americana. O governo brasileiro afirmou que era falsa a alegação de déficit dos EUA na balança comercial com o Brasil e sustentou, com base em dados do próprio governo norte-americano, que havia superávit acumulado dos Estados Unidos na relação bilateral ao longo de quinze anos. Além disso, o Planalto declarou que qualquer elevação unilateral de tarifas seria respondida com base na Lei de Reciprocidade Econômica (Brasil, 2025a).
No dia seguinte, Lula reforçou publicamente o mesmo raciocínio. Em declaração oficial divulgada pelo governo, afirmou que “tudo no Brasil se resolve com diálogo, e não na pressão”, acrescentando que o país não abriria mão da soberania e precisava ser respeitado (Brasil, 2025b). Dias depois, em entrevista repercutida pelo Planalto, reiterou que o Brasil defende diálogo e negociação, mas não aceita imposição (Brasil, 2025c).
A Agência Brasil noticiou o mesmo enquadramento: a resposta brasileira foi apresentada em chave de soberania, reciprocidade e rejeição à tutela externa, justamente porque a taxação norte-americana vinha acompanhada de uma tentativa de politizar internamente a medida, associando-a a temas da Justiça brasileira e ao ambiente político nacional (Agência Brasil, 2025).
A diferença é eloquente. No caso Lula, a pressão externa gerou uma reação de afirmação estatal. No caso Flávio, a disputa interna foi levada ao exterior como pedido de respaldo e constrangimento diplomático. Um reage à tutela. O outro a convoca.
5. O teste histórico da frase: quem fala como patriota e quem age com autonomia?
É aqui que o slogan precisa ser submetido ao teste da história e dos fatos.
A frase “Em quem votar? No que entrega o Brasil para os gringos ou para quem defende a soberania brasileira?” funciona muito bem como peça de comunicação política porque distribui previamente os papéis morais. Ela não pergunta apenas em quem votar; ela já sugere que um lado seria o da pátria e o outro o da entrega. O problema é que, quando o debate deixa a propaganda e entra na análise concreta, os papéis não coincidem necessariamente com a autoimagem dos atores.
No imaginário bolsonarista, a defesa da soberania aparece frequentemente associada à retórica do patriotismo, da bandeira, da ordem, da nação ameaçada e da resistência contra forças externas ou elites globalistas. Mas esse mesmo campo político construiu, desde 2019, uma relação de forte dependência simbólica com o trumpismo e com a direita norte-americana, relação que culmina, em 2026, com um pedido explícito de pressão diplomática sobre o próprio Brasil (Reuters, 2019a; Reuters, 2020; Reuters, 2026a).
No caso de Lula, o imaginário adversário o apresenta como ideológico, terceiro-mundista ou excessivamente crítico ao poder norte-americano. Contudo, na crise tarifária de 2025, sua conduta pública foi a de um chefe de Estado defendendo competências nacionais, dados comerciais do próprio país e instrumentos legais internos de reciprocidade, tudo isso sem renunciar à negociação diplomática (Brasil, 2025a; Brasil, 2025c).
A comparação, portanto, desmonta um equívoco comum do debate público brasileiro: o de confundir patriotismo performático com soberania material. Patriotismo performático é fácil. Cabe num boné, numa frase de efeito, numa cerimônia e numa transmissão ao vivo. Soberania material é outra coisa. Ela aparece quando um governo ou uma liderança decide se aceita ou não a ingerência sobre sua Justiça, sua economia, sua política comercial e seu processo político.
Nesse critério, o episódio recente é claro: a reação de Lula à taxação dos EUA está mais alinhada à tradição constitucional e diplomática da soberania brasileira do que a fala de Flávio Bolsonaro no CPAC.
6. O fio mais profundo: soberania não é isolamento, mas também não é subserviência
Há um erro recorrente na discussão pública: imaginar que defender soberania exige antiamericanismo, fechamento econômico ou hostilidade ao sistema internacional. Não exige. O próprio comportamento de Lula em 2025 mostra isso. O governo brasileiro não rompeu com os Estados Unidos, não recusou a negociação, não abandonou o diálogo nem adotou uma retórica autárquica. O que fez foi algo mais sóbrio e mais republicano: afirmou que o Brasil negocia, mas não aceita ser tratado como território tutelado (Brasil, 2025c).
Essa distinção é importante porque ela afasta tanto a caricatura do isolamento quanto a caricatura da submissão. Um país soberano pode cooperar intensamente com outra potência. Pode comerciar, firmar acordos, construir convergências e até fazer concessões recíprocas. O que não pode, sem ferir sua própria dignidade política, é aceitar que conflitos internos sejam arbitrados por pressões externas ou que medidas econômicas de coerção se convertam em instrumento de condicionamento político.
Por isso a questão central não é se alguém “gosta” ou “não gosta” dos Estados Unidos. A questão é muito mais séria: quem aceita que a relação com Washington seja estruturada como cooperação entre Estados soberanos e quem admite que ela funcione como eixo de tutela ou chancela para a política doméstica brasileira.
Sob esse prisma, a fala de Flávio Bolsonaro no CPAC não é apenas contraditória. Ela é reveladora. Ela mostra que, para determinado nacionalismo de direita, a soberania vale como retórica interna, mas pode ser relativizada quando o apoio externo parece útil à guerra política doméstica. É como se a independência nacional fosse inegociável apenas até o momento em que a interferência estrangeira favorece o próprio projeto de poder.
7. O Brasil entre a soberania constitucional e a dependência ideológica
O Brasil sempre viveu esse dilema. Em alguns momentos, construiu política externa e projeto de desenvolvimento baseados em maior autonomia. Em outros, parte de suas elites políticas e econômicas tratou a dependência como atalho para a modernização, a estabilidade ou a legitimação. Essa tensão nunca desapareceu. Apenas mudou de linguagem.
Hoje, ela reaparece num cenário em que a política doméstica brasileira está fortemente atravessada por redes ideológicas transnacionais, especialmente as da extrema direita. O CPAC é uma das expressões desse fenômeno. Ele não é apenas um evento estrangeiro. É uma engrenagem de produção de narrativas, identidades e alinhamentos que tenta integrar diferentes direitas nacionais a uma mesma linguagem de guerra cultural, combate ao progressismo, culto à autoridade e busca de legitimação internacional.
Quando um líder brasileiro se move nesse ambiente e pede pressão sobre o próprio país, o que está em jogo não é apenas afinidade partidária. É uma alteração do lugar de fala da soberania. O centro de referência deixa de ser a Constituição brasileira e passa a ser uma comunidade ideológica transnacional. O resultado é um patriotismo paradoxal: fala-se em nação para justificar uma política de pertencimento a um bloco externo.
Já a reação de Lula à taxação de 2025 recolocou o debate em termos mais clássicos. O governo se apoiou na Constituição, nas instituições nacionais, em dados oficiais e em instrumentos jurídicos do próprio Estado brasileiro. Isso não resolve, por si só, todos os problemas da política externa do país, mas delimita uma diferença fundamental: diante da pressão externa, o eixo de resposta foi o Brasil — e não a busca de árbitros fora dele (Brasil, 1988; Brasil, 2025a; Agência Brasil, 2025).
Conclusão
A frase “Em quem votar? No que entrega o Brasil para os gringos ou para quem defende a soberania brasileira?” só faz sentido político sério se for retirada do terreno da propaganda e colocada sob a luz da realidade.
Quando isso é feito, o contraste se impõe. Flávio Bolsonaro, no CPAC 2026, falou como integrante de uma direita transnacional e pediu, na prática, que forças externas exercessem pressão sobre o Brasil. Lula, durante a crise tarifária de 2025, reagiu invocando soberania, independência institucional, reciprocidade econômica e rejeição à tutela estrangeira. Um deslocou a arena brasileira para fora. O outro reafirmou que o país deve responder por si (Reuters, 2026a; Brasil, 2025a; Brasil, 2025c).
A história brasileira ensina que a soberania não desaparece apenas quando há invasão, ameaça militar ou anexação. Ela também se enfraquece quando as elites nacionais naturalizam a tutela externa, quando transformam a chancela estrangeira em recurso de disputa doméstica ou quando trocam a densidade das instituições nacionais pela sedução da validação internacional.
No fim, a pergunta correta talvez não seja apenas “quem fala em soberania?”, mas quem aceita que o Brasil seja decidido no Brasil. É aí que o patriotismo deixa de ser teatro e vira critério. E, nesse recorte específico da política recente, os fatos pesam mais a favor da reação soberana de Lula à taxação dos EUA do que do discurso de Flávio Bolsonaro no CPAC. Porque soberania, quando é real, não se pede emprestada. Não se terceiriza. Não se subcontrata. Soberania se exerce.
Referências
AGÊNCIA BRASIL. Brasil irá responder a tarifaço dos EUA com reciprocidade, diz Lula. Brasília, 9 jul. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/brasil-respondera-tarifaco-dos-eua-com-lei-de-reciprocidade-diz-lula. Acesso em: 30 mar. 2026.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 30 mar. 2026.
BRASIL. Presidência da República. Nota à imprensa. Brasília, DF: Presidência da República, 9 jul. 2025a. Disponível em: https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2025/07/nota-a-imprensa-1. Acesso em: 30 mar. 2026.
BRASIL. Presidência da República. Lula: “Tudo no Brasil se resolve com diálogo, e não ‘na pressão’. O Brasil tem que ser respeitado”. Brasília, DF: Presidência da República, 10 jul. 2025b. Disponível em fonte oficial do Planalto. Acesso em: 30 mar. 2026.
BRASIL. Presidência da República. Lula: Brasil defende diálogo e negociação, mas não aceita imposição. Brasília, DF: Presidência da República, 17 jul. 2025c. Disponível em: https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2025/07/lula-brasil-defende-dialogo-e-negociacao-mas-nao-aceita-imposicao. Acesso em: 30 mar. 2026.
BUENO, Clodoaldo. O Barão do Rio Branco no Itamaraty (1902-1912). Revista Brasileira de Política Internacional, Brasília, 2012. Disponível em: SciELO. Acesso em: 30 mar. 2026.
MUÑOZ, Luciano da Rosa. Autonomia na política externa brasileira: uma história do conceito no pós-guerra. Carta Internacional, Belo Horizonte, v. 18, n. 2, 2023. Disponível em: https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/article/download/1335/963/6468. Acesso em: 30 mar. 2026.
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REUTERS. Bolsonaro touts “changed”, U.S.-friendly Brazil to Washington. Washington, 18 mar. 2019b. Disponível em: Reuters. Acesso em: 30 mar. 2026.
REUTERS. Brazil’s Bolsonaro, a Trump ally, says he hopes U.S. president is reelected. São Paulo, 17 jul. 2020. Disponível em: Reuters. Acesso em: 30 mar. 2026.
REUTERS. US conservative conference aims to rein in Republican infighting ahead of midterms. Grapevine, 26 mar. 2026a. Disponível em: Reuters. Acesso em: 30 mar. 2026.
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